DENVER II - CONJUNTO DE ESTIMULOS
O DENVER II é usado para identificar a criança cujo desenvolvimento parece estar atrasado em comparação com o desenvolvimento de outras crianças, ou seja, é um teste de triagem do desenvolvimento.
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O DENVER II é usado para identificar a criança cujo desenvolvimento parece estar atrasado em comparação com o desenvolvimento de outras crianças, ou seja, é um teste de triagem do desenvolvimento.
O DENVER II é usado para identificar a criança cujo desenvolvimento parece estar atrasado em comparação com o desenvolvimento de outras crianças, ou seja, é um teste de triagem do desenvolvimento.
O DENVER II é usado para identificar a criança cujo desenvolvimento parece estar atrasado em comparação com o desenvolvimento de outras crianças, ou seja, é um teste de triagem do desenvolvimento.
As Escalas Bayley de desenvolvimento do bebê e da criança pequena, terceira edição - Bayley III – é um instrumento administrado individualmente, que avalia o funcionamento do desenvolvimento de bebês e crianças pequenas, de 1 a 42 meses de idade. Consiste em identificar atrasos no desenvolvimento e providenciar informações para o planejamento de intervenções.
Dislexia de desenvolvimento ou transtorno específico de aprendizagem da leitura é caracterizada por dificuldades para ler de forma correta e fluente, que não são consistentes com a idade cronológica, as oportunidades educacionais ou as habilidades intelectuais. Apesar da presença do tema em inúmeros estudos nas mais diversas áreas, o enfoque neuropsicológico interdisciplinar no Brasil não é o preponderante nas produções em forma de livro, sendo essa publicação importante para os profissionais e estudantes que gostariam de se aprofundar nas discussões acerca deste transtorno.
Caminhos da Aprendizagem e Inclusão: Entretecendo múltiplos saberes é uma obra elaborada a muitas mãos e que reflete claramente o pensamento que ao se tratar de pessoas nenhum profissional é suficiente e a multiplicidade de perspectivas se faz necessária. A interface saúde, educação e neurociências, tendo em vista sua complexidade, requer realmente muitos olhares sobre o mesmo cérebro.
A SRS-2 é uma escala destinada a mensurar sintomas associados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), bem como a classificá-los em níveis leves, moderados ou severos. Sua avaliação se faz de forma global e espefícica, já que agrupa os sintomas em subcategorias (Escalas Compatíveis ao DSM-5 e Subescalas de Intervenção).
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Este recurso "fotografando a imaginação" pode ser terapêutico, pois incentiva a criança pensar e relembrar situações que aconteceram em sua vida. Também tem por finalidade promover a observação e avaliação das relações parentais/familiares uma vez que o uso do material requer a participação e integração da família com a terapia.
O PROLEC é composto por diferentes tarefas que tratam de explorar todos os processos que interferem na leitura, dos mais periféricos aos mais centrais, bem como dos mais simples aos mais complexos. A principal vantagem destas provas consiste em derivar de um modelo bem fundamentado sobre o funcionamento do sistema de leitura (Dupla Rota), estando especificamente claros os processos que o compõem.
A escala adaptativa Víneland-3 é um instrumento utilizado mundialmente para avaliar o comportamento adaptativo das pessoas desde o nascimento até a idade adulta (90 anos). O instrumento consiste em uma entrevista semiestruturada em formato de questionário, a importância da avaliação está relacionada a compreender as necessidades individuais de cada pessoa, considerando os aspectos de toda vida. Associado a testes de inteligência a Vineland-3 fornece dados críticos que ajudam no diagnóstico de deficiências intelectuais e de desenvolvimento, apoia com informações valiosas para a elaboração de planos educacionais e de Intervenção.
A EAVAP-EF avalia as estratégias cognitivas e metacognitivas de aprendizagem relatadas e utilizadas por alunos do ensino fundamental.
O CONFIAS é um instrumento que tem como objetivo avaliar a consciência fonológica de forma abrangente e sequencial. A utilização deste instrumento possibilita a investigação das capacidades fonológicas, considerando a relação com a hipótese da escrita (Ferreiro & Teberosky, 1991). Além disso, contribui para a prática na alfabetização e instrumentaliza profissionais de diferentes áreas tais como fonoaudiólogos, psicopedagogos, psicólogos e educadores, podendo também, subsidiar pesquisas acadêmicas na área da linguagem, da psicologia cognitiva e da educação. Faixa etária: a partir de 4 anos de idade.