A Escala de Avaliação de Disfunções Executivas de Barkley (BDEFS) avalia os possíveis déficits das Funções Executivas (FE) nas atividades do cotidiano em adultos. Estes processos são responsáveis por orientar, direcionar e gerenciar funções cognitivas.
O Teste Conciso de Raciocínio (TCR) possui 20 exercícios organizados por ordem de dificuldade e foi desenvolvido para avaliar a inteligência geral. A base para sua construção foi o raciocínio inferencial. O instrumento é adequado a pessoas de 18 a 73 anos, candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sua aplicação pode ser individual ou coletiva. Permite detectar possíveis casos de deficiência cognitiva, como também níveis elevados de inteligência.
O PROLEC é composto por diferentes tarefas que tratam de explorar todos os processos que interferem na leitura, dos mais periféricos aos mais centrais, bem como dos mais simples aos mais complexos. A principal vantagem destas provas consiste em derivar de um modelo bem fundamentado sobre o funcionamento do sistema de leitura (Dupla Rota), estando especificamente claros os processos que o compõem.
A escala de percepção do suporte social, versão adolescente, visa avaliar a forma como este público reconhece as suas relações sociais em termos de interação com seus pares, afetividade e resolução de problemas; auxiliando no reconhecimento das dificuldades relacionadas ao processo de tomada de decisões e enfrentamento de conflitos.
Seu objetivo é contribuir com o planejamento de estratégias de intervenção, possibilitando o acompanhamento evolutivo de cada caso, instrumentalizando o profissional a lidar com o conceito de suporte social na formação do jovem.
A violência entre parceiros íntimos configura-se atualmente como um dos principais problemas de saúde pública, causando sérias consequências aos envolvidos.
A Escala de Violência entre Parceiros Íntimos (EVIPI) oferece suporte para rastrear, identificar e avaliar as vítimas de violência entre parceiros íntimos, sobretudo no que concerne a injúria e violência física corporal; aos danos à saúde, à sexualidade e ao patrimônio; e ao controle comportamental. Seu objetivo é instrumentalizar profissionais de qualquer contexto que lidam diretamente com a problemática da violência entre parceiros íntimos, dando subsídio para futuras intervenções de apoio e suporte às vítimas ou mesmo na prevenção dessa problemátic
A violência entre parceiros íntimos configura-se atualmente como um dos principais problemas de saúde pública, causando sérias consequências aos envolvidos.
A Escala de Violência entre Parceiros Íntimos (EVIPI) oferece suporte para rastrear, identificar e avaliar as vítimas de violência entre parceiros íntimos, sobretudo no que concerne a injúria e violência física corporal; aos danos à saúde, à sexualidade e ao patrimônio; e ao controle comportamental. Seu objetivo é instrumentalizar profissionais de qualquer contexto que lidam diretamente com a problemática da violência entre parceiros íntimos, dando subsídio para futuras intervenções de apoio e suporte às vítimas ou mesmo na prevenção dessa problemática.
A violência entre parceiros íntimos configura-se atualmente como um dos principais problemas de saúde pública, causando sérias consequências aos envolvidos.
A Escala de Violência entre Parceiros Íntimos (EVIPI) oferece suporte para rastrear, identificar e avaliar as vítimas de violência entre parceiros íntimos, sobretudo no que concerne a injúria e violência física corporal; aos danos à saúde, à sexualidade e ao patrimônio; e ao controle comportamental. Seu objetivo é instrumentalizar profissionais de qualquer contexto que lidam diretamente com a problemática da violência entre parceiros íntimos, dando subsídio para futuras intervenções de apoio e suporte às vítimas ou mesmo na prevenção dessa problemática.
As Escalas Bayley de desenvolvimento do bebê e da criança pequena, terceira edição - Bayley III – é um instrumento administrado individualmente, que avalia o funcionamento do desenvolvimento de bebês e crianças pequenas, de 1 a 42 meses de idade. Consiste em identificar atrasos no desenvolvimento e providenciar informações para o planejamento de intervenções.
Toda hora é hora de receber ajuda ou ter empatia com uma amiga, com a mãe, uma irmã, uma prima. Ajudar é estar presente, falar a respeito, trocar ideias, saber se colocar no lugar do outro. Este livro-caixinha surgiu exatamente para isso: transformar um assunto difícil em uma leve e até divertida brincadeira. Basta pegar uma pergunta para começar a conversa. Em cada resposta pode vir a descoberta de que o mundo do câncer de mama não precisa ser − e nem é − o fim do mundo.
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