TIRANDO DE LETRA
Tirando de Letra é um livro em forma de caixinha que incentiva o aprendizado de expressões idiomáticas de forma lúdica, ao mesmo tempo que auxilia no desenvolvimento da linguagem
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Tirando de Letra é um livro em forma de caixinha que incentiva o aprendizado de expressões idiomáticas de forma lúdica, ao mesmo tempo que auxilia no desenvolvimento da linguagem
Objetivo:
Avaliar ou intervir nas funções executivas, especificamente as habilidades de planejamento e solução de problemas.
População:
Crianças, adolescentes e adultos.
Aplicação:
Individual e em sessão única.
Cartão com posições utilizadas nas intervenções formato calendário
O objetivo do jogo é é abordar pensamentos e emoções típicas de crianças diante de cenas e contextos sociais específicos, bem como educar sobre o comportamento assertivo nessas situações. Através do jogo, a criança é convidada a pensar sobre qual comportamento deverá realizar frente à situação apresentada através de um cartão ilustrado, como, por exemplo: "Como você faria se encontrasse um cachorrinho perdido na rua?". Dessa forma, o jogo estimula a criança a pensar em novas possibilidades de agir em formas diferentes de refletir quando estiver frete a uma situação que lhe ative um comportamento impulsivo/agressivo e proporciona, através da encenação, treinar suas habilidades sociais.
"O que você sente?" é um jogo para trabalhar com a criança o reconhecimento das próprias emoções e sentimentos a partir do exercício de exposição imaginária às situações cotidianas. O que você sente quando o pai ou a mãe não te deixam usar o computador? O que você sente quando você ganha o cachorrinho que tanto queria? O que você sente quando tenta, tenta e não consegue fazer algo? Identificar as emoções evocadas por diferentes eventos do ambiente possibilita que se trabalhe posteriormente com as modificações possíveis do ambiente ou das próprias respostas para o enfrentamento dos problemas clínicos. Idade recomendada: 7 a 12 anos.
Esse jogo foi pensado a partir dos dois grupos de crenças centrais identificados por Judith Beck (BECK, 1995), e posteriormente ampliados para três (KNAPP.2004): desamor, desvalor e desamparo. Essas crenças são frequentemente observadas na clínica cognitivo-comportamental.
O Jogo das Crenças é um instrumento que elucida as crenças centrais, instrumentalizando o processo de identificação, de modo a facilitá-lo e torna-lo maus lúdico e ilustrativo para o paciente.
O Jogo é recomendado para adolescentes, adultos e idosos, nos momentos em que for importante ser utilizado como recurso auxiliar na investigação cognitiva.
O boliche terapêutico é composto por cem pinos divididos em quatro grupos: pessoal, família, escola e lazer. Os pinos contém perguntas e frases que buscam, através do jogo, auxiliar na entrevista clínica com crianças e adolescentes
Tenha Modos, foi elaborado considerando a importância das habilidades sociais no desenvolvimento infantil, tanto no contexto familiar quanto escolar. As tarefas do jogo proporcionam o treino de habilidades sociais em crianças, principalmente comportamento educado, assertivo, colaborador e empático nas relações verticais (com pais, avós, professores) e horizontais (com pares). O cumprimento das tarefas produzem recompensas (brinquedos e/ou amigos). Indica-se o uso do jogo em contexto terapêutico e escolar. Idade Recomendada: 5 a 10 anos.
Qualquer pessoa pode ter sucesso. Até porque a palavra sucesso é relativa. Se pensarmos que chegamos ao fim de algo começado, isso já pode ser considerado sucesso. Não acredite em caminhos lindos,
floridos e céu azul por todo o tempo da caminhada. Acredite que tropeçar faz parte – é, inclusive, um recurso para avançar. Quem fracassa tem mais chances de chegar aonde deseja. Na verdade, fracasso significa tentativa, e, quando você tenta muitas vezes, se torna excelente naquilo que está repetindo, portanto você passa a ser um expert e tem sucesso quando chega ao fim. Sucesso é uma questão de bons hábitos que se tornam excelentes comportamentos. Esta obra levará você a pensar em seus hábitos para ajudá-lo a ter novos comportamentos.