Incentivar a criança a falar sobre seu medo é importante, pois a velha ideia de não falar para não estimular não procede; é falando sobre o medo que poderemos entendê-lo e enfrentá-lo. O enfrentamento está relacionado a aceitá-lo, mas também não é válido forçar a criança a se aproximar da situação ou do evento temido. Aos pais, é sugerido passarem segurança e fazer a criança acreditar que pode contar com eles sempre que precisar.
A ideia desse jogo é promover a compreensão de que a vida feliz não exclui a presença de emoções desconfortáveis, as chamadas emoções “negativas”. Pelo contrário, elas devem ser acolhidas, vivenciadas e não suprimidas.
O Baralho dos Sintomas é um instrumento para ser utilizado com adultos e adolescentes. Visa facilitar a identificação clínica dos transtornos: depressivo, afetivo bipolar, de ansiedade social, de ansiedade generalizada, de pânico, obsessivo-compulsivo, de estresse pós-traumático, de déficit de atenção/hiperatividade e de personalidade borderline. Através deste recurso, o terapeuta complementa a avaliação clínica de uma forma mais estruturada, lúdica e dinâmica sobre os transtornos em questão. Assim, além de facilitar a identificação dos sintomas, o baralho é um excelente artifício para trabalhar a Psicoeducação dos transtornos, uma vez que as cartas facilitam a visualização das suas principais características e auxiliam na investigação de distorções cognitivas relacionadas.
É um instrumento desenvolvido para auxiliar os psicólogos clínicos que trabalham com TCC a tornar a psicoeducação um processo mais lúdico. Idealizado para adolescentes e adultos, busca, por meio da apresentação de situações do cotidiano, facilitar o aprendizado sobre o modelo cognitivo de forma dinâmica.
0Este Baralho, desenvolvido pelos autores do Programa TRI Clínico e Preventivo, apresenta um modelo amplo e exclusivo de regulação emocional formatado em quinze passos baseados na biologia das emoções. Embora a regulação emocional ainda seja uma temática nova nas terapias cognitivas, o modelo aqui apresentado tem mostrado sua eficácia tanto nos processos clínicos quanto preventivos em saúde mental na infância. Atualmente podemos considerar que uma boa capacidade de regulação emocional permite o desenvolvimento de funções fundamentais à saúde individual e social, como a empatia e suas funções correlatas.
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