Bom dia, flor do dia! Entendendo o sentido da empatia
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O Baralho do TDAH é uma excelente ferramenta de psicoeducação, automonitoramento, treino para solução de problemas e reestruturação do sistema de crenças. Tem como objetivo auxiliar familiares e pacientes a compreender os sintomas e prejuízos do transtorno, desfazendo rótulos prévios que frequentemente os acompanham.
Através deste instrumento, as crianças e os adolescentes têm a possibilidade de monitorar o seu comportamento e avaliá-lo para desenvolver atitudes mais assertivas. Com isto, possibilita aos pacientes uma identificação mais adequada para soluções de problemas. Por meio dele, também é possível trabalhar a reestruturação do sistema de crenças, intervindo assim na autoestima de crianças e adolescentes.
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O Baralho de histórias é um material lúdico desenvolvido para auxiliar o profissional na conceitualização e na intervenção cognitiva de forma colaborativa. A experiência clínica indica que, muitas vezes, o paciente tende a se sentir confrontado e desconfortável na sessão quando o profissional faz perguntas diretas sobre seus problemas e sentimentos. Para diminuir esse desconforto, a brincadeira pode ser um recurso eficaz.
Ferramenta para ser utilizada a partir dos 5 anos, pode ser usada sem limite de idade, inclusive com idosos, visando acessar de maneira lúdica os pensamentos, emoções e comportamentos associados às dificuldades do paciente.
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Por meio do baralho das forças pessoais, a psicologia positiva é aplicada às crianças desde o consultório privado até as escolas e as instituições, uma vez que ele pode ser utilizado de modo individual ou grupal. Ele atua também como um coadjuvante de várias ferramentas psicoeducacionais, preparando a criança para a educação do século 21.
Assim, o uso deste baralho vai propiciar a ampliação da consciência sobre essas forças, que variam de criança para criança, além de favorecer seu uso com mais frequência no dia a dia. Com isso, as crianças poderão caminhar em direção às suas metas com melhor desempenho, engajamento, criatividade e, portanto, com maior sucesso e bem-estar.
Importante ferramenta, conhecida internacionalmente, de avaliação da memória, que tem por objetivo avaliar a capacidade do indivíduo em memorizar rostos e informações associadas a eles (nomes e sobrenomes, profissão, localização etc.). Pode ser aplicado sob a forma individual ou coletiva, em pessoas com idades de 18 a 80 anos. Utilização nos contextos de avaliação neuropsicológica, educacional, organizacional, avaliação para trânsito, porte de armas, entre outras, quando se faz necessário avaliar a capacidade do indivíduo de recordar detalhes após eventos distratores. É especialmente indicado para avaliação de funções que envolvem segurança, como policiais, segurança privada, serviços de portaria etc.
O Teste de Memória Visual para o Trânsito (MVT) caracteriza-se como um teste de memória com placas de trânsito. O avaliando deve identificar placas previamente apresentadas e recordá-las após um determinado tempo. O MVT Objetiva avaliar a memória visual de reconhecimento, que se refere à capacidade de identificar um estímulo, informação ou objeto como algo anteriormente já visto, retido por um breve período. Faixa etária do público final: de 16 a 67 anos.
O Teste de Memória Visual para o Trânsito (MVT) caracteriza-se como um teste de memória com placas de trânsito. O avaliando deve identificar placas previamente apresentadas e recordá-las após um determinado tempo. O MVT Objetiva avaliar a memória visual de reconhecimento, que se refere à capacidade de identificar um estímulo, informação ou objeto como algo anteriormente já visto, retido por um breve período. Faixa etária do público final: de 16 a 67 anos.
O Teste de Memória Visual para o Trânsito (MVT) caracteriza-se como um teste de memória com placas de trânsito. O avaliando deve identificar placas previamente apresentadas e recordá-las após um determinado tempo. O MVT Objetiva avaliar a memória visual de reconhecimento, que se refere à capacidade de identificar um estímulo, informação ou objeto como algo anteriormente já visto, retido por um breve período. Faixa etária do público final: de 16 a 67 anos.
Este recurso "fotografando a imaginação" pode ser terapêutico, pois incentiva a criança pensar e relembrar situações que aconteceram em sua vida. Também tem por finalidade promover a observação e avaliação das relações parentais/familiares uma vez que o uso do material requer a participação e integração da família com a terapia.
Escrito tanto para psicólogos experientes como para estudantes de pós-graduação, este livro aborda os fundamentos de interpretação e analisa criteriosamente os principais domínios cognitivos avaliados pelo WISC-IV.
O PROLEC é composto por diferentes tarefas que tratam de explorar todos os processos que interferem na leitura, dos mais periféricos aos mais centrais, bem como dos mais simples aos mais complexos. A principal vantagem destas provas consiste em derivar de um modelo bem fundamentado sobre o funcionamento do sistema de leitura (Dupla Rota), estando especificamente claros os processos que o compõem.
O Matrizes Progressivas Avançadas de Raven (APM) avalia a inteligência, fornecendo informações sobre a capacidade edutiva de indivíduos com idade entre 17 e 63 anos e escolaridade mínima de Ensino Superior em andamento. O APM é considerado padrão ouro mundial na avaliação da inteligência geral e pode ser utilizado em contextos clínicos ou outros nos quais se faça necessária a avaliação dessa habilidade. O Matrizes Progressivas Avançadas de Raven pode ser aplicado de forma individual ou coletiva, com ou sem tempo-limite. Quando aplicado com limite de tempo, a aplicação deve durar 40 minutos.