Bom dia, flor do dia! Entendendo o sentido da empatia
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SINOPSE
Este é um material reflexivo sobre a temática empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro em uma fusão emotiva que brota da vontade de conhecer e compreender, estando intimamente ligada ao altruísmo. A metáfora demonstra a comunicação empática de dois personagens que ultrapassam as barreiras da distância e das diferenças, mantendo-se próximos e conectados em uma relação de troca e respeito diário. A leitura pode servir como forma de desenvolver ou exercitar esse olhar afetivo sobre as necessidades de outras pessoas.
O WCST é considerado mundialmente como um instrumento padrão ouro de avaliação cognitiva. Avalia especificamente as funções executivas, com base na estimulação da flexibilidade de pensamento do sujeito, com o propósito de gerar estratégias para a solução de problemas a partir do feedback do avaliando. Seu objetivo é de estimar a habilidade de monitorar, regular e inibir comportamentos automatizados e perseverantes, e de flexibilizar o pensamento para planejar estratégias de soluções, com base nas mudanças do ambiente.
Esta história ilustra a distorção cognitiva catastrofização. Quando fazemos essa distorção, pensamos que algo muito ruim acontecerá e que não teremos recursos para lidar com isso. Este livro traz o Exageradalien, que perturba o personagem Bruno que precisará ir a um acampamento, mas não quer ir por acreditar que passará vergonha devido à dependência que tem da mãe para realizar atividades cotidianas. Temas importantes, como aquisição de autonomia, autoeficácia, autoconfiança são apresentados neste volume, que faz parte da Coleção Cerebrus Pifadus.
O que é dependência tecnológica? Quais são os critérios utilizados para distinguir o uso normal das tecnologias do uso patológico? Existem prejuízos e benefícios associados ao uso da internet, mídias sociais e jogos eletrônicos?
Neste livro, são abordados tópicos que caracterizam os diferentes tipos de dependências tecnológicas em diversos ambientes e populações mais afetadas (crianças, adolescentes e jovens adultos). São apresentadas ferramentas para diferenciar o uso normal das tecnologias do uso patológico com impactos negativos na saúde, com a descrição dos tratamentos existentes e exemplos de sinais que podem indicar a necessidade de buscar auxílio profissional de um psicólogo ou psiquiatra.
Bloco - Crivo de Correção doTeste de Reconhecimento de Palavras (TRP) e o Teste de Reconhecimento de Pseudopalavras (TRPp) - instrumentos psicométricos padrão-ouro para avaliar a leitura em voz alta de palavras e de pseudopalavras.
Ambos os instrumentos avaliam o construto ‘decodificação grafêmica’.
População
O TRP e o TRPp podem ser aplicados em alunos do segundo ao quinto ano do Ensino Fundamental brasileiro, de ambos os sexos, com idades entre 7 a 11 anos
Escrito por várias mãos, este livro pretende ser um guia teórico para pensar diretrizes diagnósticas das psicopatologias contemporâneas. Consiste, em uma atualização dos transtornos mentais mais prevalentes na infância e na adolescência, de acordo com as diretrizes do Manual estatístico de transtornos mentais - DSM-5. A clínica da infância e da adolescência possui suas peculiaridades por acompanhar pessoas em desenvolvimento, cujos desfechos dependerão da precisão diagnóstica e diagnósticos precoces, do bom entendimento dos sintomas e da evolução dos mesmos. Tais fatores são fundamentais para um melhor prognóstico e entendimento dos casos.
Cartão de Instrução do Teste de Reconhecimento de Palavras (TRP) e o Teste de Reconhecimento de Pseudopalavras (TRPp) - instrumentos psicométricos padrão-ouro para avaliar a leitura em voz alta de palavras e de pseudopalavras. Ambos os instrumentos avaliam o construto ‘decodificação grafêmica’.
Às vezes, temos tudo de que precisamos para ter uma vida valorosa e com muito sentido. No entanto, quando ficamos presos a sentimentos e pensamentos que dizem respeito ao passado, podemos deixar de experienciar o presente e de caminhar na direção do que realmente é importante para nós. A partir da terapia de aceitação e compromisso (ACT), este livro convida os leitores a acompanhar a história de Vivi na busca de seus valores e em direção à uma vida mais amorosa, solidária e de autocuidado.
Quanto mais eu observo consequências apetitivas que me movem e consequências que me fazem sofrer nessa jornada, mais eu descubro sobre mim e entro em contato com os meus valores.
Crianças e adolescentes, muitas vezes, são encaminhados a um psicopedagogo sem que compreendam as razões para isso. Este livro explica, por meio de linguagem simples, objetiva e lúdica, as atribuições e competências desse profissional, bem como a necessidade da colaboração e da participação ativa do aprendente durante os atendimentos. Tem por objetivo fortalecer e potencializar o processo de aprendizagem junto à escola e à família durante o percurso.
As Terapias Cognitivo-comportamentais (TCC) têm desempenhado um papel fundamental na prática clínica contemporânea, especialmente quando combinadas com os princípios da Psicologia Baseada em Evidências (PBE). Essa correlação entre TCC e evidências científicas tem permitido avanços significativos no tratamento de uma ampla gama de transtornos mentais.
Neste livro, Fernando Elias José e Marcelo Hugo da Rocha unem suas sólidas formações e experiências na área da psicologia aplicada para criar uma espécie de manual do melhor viver. Os autores compartilham anos de suas práticas na preparação para concursos e em técnicas motivacionais para explicitar segredos e ferramentas que otimizam a força de vontade, a alegria e os processos de aprendizagem que todos nós precisamos para alcançar nossos objetivos e viver uma vida mais feliz.
Cotidianamente, notamos em algumas situações a identificação das pessoas com os personagens de tal filme ou série. Esse tipo de semelhança coopera para o processo de psicoeducação tanto para os clientes, que estão em terapia, quanto para os estudantes e profissionais da área de saúde mental, que pretendem compreender os pressupostos teóricos e suas interfaces práticas das abordagens cognitivo-comportamentais.
A Terapia Cognitivo-Comportamental tornou-se uma classe abrangente de terapias que mantém em sua premissa básica a ideia de que as cognições são determinantes do comportamento humano. Albert Ellis, o pioneiro da formalização desta modalidade de terapia, expôs publicamente, em 1958, suas reflexões sobre o nome de Terapia Racional (TR). Foi a primeira vez que um modelo de psicoterapia baseada na influência de processo cognitivos sobre emoções e comportamentos foi sugerido. Em 1962, entendendo que o fenômeno psicológico ia além do racional, acrescentou o termo emotiva, ficando, então, Terapia Racional-Emotiva (TER).
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