Este livro em forma de caixinha traz muitas descobertas e diversão entre amigos e família. Através de perguntas objetivas será possível perceber o quanto sabemos das pessoas com as quais convivemos e quanto elas sabem de nós. Será que nos conhecemos profundamente? O desafio está lançado! Tire uma carta e escolha alguém para responder à pergunta sobre você.
O Baralho de histórias é um material lúdico desenvolvido para auxiliar o profissional na conceitualização e na intervenção cognitiva de forma colaborativa. A experiência clínica indica que, muitas vezes, o paciente tende a se sentir confrontado e desconfortável na sessão quando o profissional faz perguntas diretas sobre seus problemas e sentimentos. Para diminuir esse desconforto, a brincadeira pode ser um recurso eficaz.
Ferramenta para ser utilizada a partir dos 5 anos, pode ser usada sem limite de idade, inclusive com idosos, visando acessar de maneira lúdica os pensamentos, emoções e comportamentos associados às dificuldades do paciente.
O transtorno alimentar restritivo/evitativo (TARE) é mais comum na infância, mas muitos adolescentes e adultos não conseguem desenvolver uma relação saudável com os alimentos e o TARE pode se estender ao longo dos anos, de maneira crônica, sendo "normalizado" pelos indivíduos ao criarem estratégias de adaptação ou mesmo por falta de conhecimento. Esses pacientes compõem um grupo bastante heterogêneo, com características de curso do transtorno diferentes, o que muitas vezes dificulta ainda mais os indivíduos acometidos a se perceberem com o transtorno e deixa alguns psicólogos com dificuldades em estabelecer um plano de tratamento linear e adequado.
Com o objetivo de auxiliar as famílias que estão vivenciando a fase de adaptação pós-divórcio, foi desenvolvido o Baralho do divórcio, da guarda e da alienação parental: psicoeducando famílias. Ele colabora na psicoeducação e na orientação das famílias a respeito do tema e propõe reflexões importantes sobre o assunto. O baralho é voltado para psicólogos que atendem crianças, adolescentes e famílias em processo de separação/divórcio. Pode ser utilizado em psicoterapia individual, de casal, infantil, terapia de família e orientação familiar. Além da prática clínica, também pode ser utilizado em contextos nos quais seja relevante a psicoeducação, reflexão, avaliação e orientação sobre a temática.
Com a dinâmica do mundo atual, estamos em constante movimento. São tantas as atividades em nosso cotidiano, que é essencial termos foco para que as 24 horas do dia sejam realmente produtivas. Este livro em forma de caixinha vai proporcionar a você poderosas reflexões positivas e, assim, tornar seu dia a dia mais objetivo.
Este livro em forma de caixinha reúne 100 cartas. Em cada uma, você encontra uma pergunta sobre sexo para ter as mais animadas conversas sobre o assunto. Perfeito para momentos de carinho a dois, para conhecer melhor o outro, estimular a imaginação e apimentar o relacionamento.
O Baralho das habilidades sociais é uma ferramenta que permite ao profissional trabalhar as interações que nem sempre são observadas na família e na escola, onde as crianças deveriam aprender a expressar seus sentimentos, desejos, opiniões e direitos, propiciando que sejam adultos felizes, livres da agressividade e da hostilidade que podem interferir de forma negativa em qualquer época da vida.
Este recurso "fotografando a imaginação" pode ser terapêutico, pois incentiva a criança pensar e relembrar situações que aconteceram em sua vida. Também tem por finalidade promover a observação e avaliação das relações parentais/familiares uma vez que o uso do material requer a participação e integração da família com a terapia.
Sentir medo é algo que faz parte de todos os seres humanos, algo inato que tem a função de proteção. No entanto, algumas pessoas apresentam um padrão de medo exagerado, com impacto significativo no seu funcionamento.
O desenvolvimento das habilidades para a vida é incentivado nos cards Habilidades para a vida com crianças por meio de perguntas reflexivas que facilitam o diálogo sobre o tema.
A caixinha disponibiliza sete tópicos com temáticas relacionadas às dez habilidades para a vida: (1) autoconhecimento, (2) habilidades de relacionamento interpessoal, (3) empatia, (4) manejo das emoções e do estresse, (5) comunicação eficaz, (6) pensamento crítico e criativo e (7) tomada de decisão e resolução de problemas.
Receber o diagnóstico de câncer nunca é fácil e muitos sentimentos podem emergir, como medo, ansiedade e insegurança. Ainda hoje a palavra câncer é muito associada à morte, o que faz com que esses sentimentos sejam potencializados.
Nesses casos, o tratamento é intenso e duradouro. Portanto, saber fazer uma boa avaliação é essencial para os profissionais que trabalham com esse público, uma vez que a expressão das emoções e o fortalecimento dos recursos de enfrentamento são fundamentais para uma boa elaboração e trabalho terapêutico. Este recurso permite ao profissional o aprofundamento da sua avaliação e ensina algumas técnicas que podem ser utilizadas dentro e fora do consultório.
Este instrumento objetiva auxiliar o profissional em sua prática e trabalhar realmente com a Psicologia Positiva (PP), tendo em vista que a identificação e a promoção das forças de caráter são a espinha dorsal desse movimento científico.
Este Baralho é uma ferramenta para o terapeuta na avaliação, psicoeducação e tratamento de pacientes com Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). Para auxiliar nesse processo, o material apresenta uma porção de sintomas comumente observados em crianças e adolescentes para que o paciente possa compreender a diversidade dos sintomas, podendo, então, identificar preocupações e comportamentos que possa ter e que nem desconfiava que fossem em função do transtorno.
Este baralho permite acessar temas atinentes à experiência de adoecimento grave e crônico que ameaça rotineiramente a continuidade da vida e que costuma despertar reflexões sobre a existência e a possibilidade de morrer. Possibilita ao paciente e ao terapeuta dialogarem acerca das principais preocupações, necessidades, desejos, expectativas e dificuldades emocionais envolvidas no enfrentamento do processo de adoecimento e formularem planos terapêuticos singulares, garantindo o respeito aos valores e às crenças do paciente e de sua família sobre o que se entende como tratamento adequado em cuidados paliativos.
Fundamentado nos princípios da psicologia cognitivo-comportamental, o Baralho dos comportamentos de liderança permite, a partir da análise de possíveis situações do cotidiano, não só uma reflexão como a compreensão dos fatores envolvidos na adoção dos comportamentos e desenvolvimento de uma postura mais adequada e produtiva de liderança. Consiste em uma técnica lúdica para se trabalhar, junto a líderes de equipes, a reflexão e o autoconhecimento sobre os comportamentos que o mesmo adota e suas consequências na equipe. Ele engloba seis habilidades para a atuação de um líder: comunicação interpessoal, empatia, assertividade, abordagem e condução, negociação e tolerância ao estresse.
O Baralho da reestruturação cognitiva: questionando e modificando pensamentos consiste em um recurso técnico cujo objetivo é promover ao paciente a aprendizagem e o domínio das estratégias de reavaliação cognitiva, por meio de uma intervenção psicoeducativa orientada para a prática. Tendo em vista o pressuposto básico da terapia cognitivo-comportamental de que os pensamentos influenciam as experiências emocionais e as ações do indivíduo, identificar e corrigir pensamentos e crenças distorcidos e, por conseguinte, auxiliar o paciente no desenvolvimento e na manutenção de padrões cognitivos e comportamentais saudáveis constituem alguns dos principais alvos da psicoterapia.
Baralho das Distorções: enfrentando as armadilhas dos pensamentos, criado por Vanina Cartaxo, é um exemplo de como o embasamento teórico aliado à sensibilidade e à criatividade pode tornar a aprendizagem de complexos conceitos sobre as distorções cognitivas uma deliciosa aventura para nossas crianças.
A metáfora de monstrinhos que atacam os nossos pensamentos e nos levam a pensar de uma maneira completamente diferente do que pensaríamos se eles não nos atacassem é genial. Cada monstrinho possui um nome diferente conforme cada distorção cognitiva específica.
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