Este livro apresenta, de forma lúdica, três sessões completas de Yoga para realizar com crianças de diferentes faixas etárias, desde pré-escolares até pré-adolescentes. O objetivo é familiarizá-las desde cedo com uma prática que traz inúmeros benefícios para a saúde física, tais como consciência corporal e equilíbrio, postura, fortalecimento muscular e flexibilidade, sem causar danos às articulações por usar como estímulo o peso do próprio corpo. Yoga é mesmo "o bicho", porque é algo incrível que vai muito além da uma prática de atividade física, pois promove também benefícios para memória e atenção concentrada e controle da ansiedade.
Este livro tem como objetivo psicoeducar o leitor sobre o transtorno de ansiedade generalizada (TAG). Por meio de linguagem clara, objetiva e acessível a todos que tenham interesse em entender um pouco mais sobre o TAG, são abordados tópicos que se referem a caracterização da ansiedade, sintomas, consequências, ferramentas de manejo e possibilidades de tratamento. Oferece ferramentas para a diminuição e manejo dos sintomas de ansiedade, bem como possibilidades de tratamento para aqueles que sofrem do transtorno.
A distorção cognitiva personalização faz com que acreditemos que o comportamento dos outros se deve a algo que fizemos e, em geral, nos faz sentir temerosos ou culpados. A história apresenta o Culpalien que, ao se aproximar de Sandra e Giovana, influencia a maneira como as meninas percebem os acontecimentos. O tema de fundo da narrativa reflete sobre autoestima e autoeficácia. Podem ser identificadas crenças centrais subjacentes que envolvem a ideia de inferioridade, inadequação e incapacidade, trazendo ainda a temática de fracasso e defectividade.
As emoções têm um papel importante no desenvolvimento humano e social. Aprender a reconhecê-las e a expressá-las ajuda a identificar a intenção das pessoas e como se comportar em diferentes contextos e contribui para a capacidade de comunicação e para a forma como nos relacionamos. Não saber identificar que emoções sentimos ou mostrar intensidades exageradas/rebaixadas de emoções ou, ainda, identificar como alguém se sente ou como interpretar expressões faciais e físicas em outras pessoas são temas frequentes que precisam ser trabalhados em psicoterapia com crianças e adolescentes.
Como clínico, você sabe que relacionamentos significativos são essenciais para a felicidade e o bem-estar de seus clientes. Além disso, promover uma relação empática e compassiva pode ter um impacto profundo nos resultados do tratamento. Com suas raízes na ciência comportamental contextual de terceira onda, a psicoterapia analítica funcional (FAP) tem como foco o relacionamento terapêutico como principal veículo para a cura e a transformação do cliente.
Precisamos compreender a função da alegria como uma emoção básica em nossas vidas. Onde podemos encontrá-la? Será que ela faz parte daquilo que crescemos ouvindo? Será que precisamos ser o melhor aluno, o melhor profissional, para assim ganharmos mais e consequentemente sermos felizes?
Estudos atuais mostram que felicidade e alegria, a partir de um patamar econômico que sustente as necessidades básicas da família, são coeficientes muito mais atrelados ao bem-estar de estarmos cercados de pessoas que nos fazem bem do que de nossas reservas financeiras. Este livro é uma reflexão não apenas sobre a emoção alegria, mas sobre o que se busca como meta para nossa vida e de nossos filhos.
Incentivar a criança a falar sobre seu medo é importante, pois a velha ideia de não falar para não estimular não procede; é falando sobre o medo que poderemos entendê-lo e enfrentá-lo. O enfrentamento está relacionado a aceitá-lo, mas também não é válido forçar a criança a se aproximar da situação ou do evento temido. Aos pais, é sugerido passarem segurança e fazer a criança acreditar que pode contar com eles sempre que precisar.
Conduzir assertivamente as intervenções dentro das necessidades de cada paciente é uma das principais responsabilidades profissionais, considerando a repercussão disso no curso do tratamento. Para os psicoterapeutas que atuam com terapia do esquema, trabalhar os EIDs é um grande alvo terapêutico, considerando a ligação deles com as psicopatologias e os sofrimentos, aliada à necessidade de construir e fortalecer estratégias que auxiliem no aumento do bem-estar, no fortalecimento emocional e em uma vida mais significativa para os pacientes.
Se você atende crianças com condições de saúde mental como depressão ou ansiedade, você sabe que as intervenções para adultos podem não funcionar com clientes mais jovens.
Fundamentada na terapia de aceitação e compromisso (ACT), a abordagem descrita neste livro é prática e fácil de ser implementada nas sessões e conta com habilidades para as crianças usarem em diferentes ambientes, como em casa e na escola.
Enfocando temas que vão além dos transtornos mentais e seus tratamentos, este livro apresenta uma abordagem que envolve promoção de bem-estar, prevenção, artes, cultura, política e comportamento em geral. O livro reúne artigos publicados no jornal O Estado de São Paulo, entre 2017 e 2024, em que a produção intelectual de seu autor, uma das maiores autoridades da psiquiatria brasileira, resulta em uma obra única, escrita em uma linguagem que reúne rigor científico e simplicidade, permitindo a divulgação médico científica em uma forma inovadora e envolvente, que se situa entre a crônica e o ensaio.
Sentir medo é algo que faz parte de todos os seres humanos, algo inato que tem a função de proteção. No entanto, algumas pessoas apresentam um padrão de medo exagerado, com impacto significativo no seu funcionamento.
A obra Transtorno da Personalidade Borderline: Da Etiologia ao Tratamento, com 864 páginas, será uma referência no tratamento da TPB. O mais completo e atualizado livro sobre o transtorno borderline, esta edição tem tudo para ser parâmetro na área, visto que há poucos materiais com tanto conteúdo sobre o assunto.
Este livro tem como objetivo convidar as crianças — e até mesmo os adultos — a refletirem sobre seus pensamentos para entenderem qual significado eles têm, proporcionando, assim, o conhecimento relacionado às diferentes formas de pensar a respeito de uma situação e a possibilidade de cada pessoa descobrir a sua forma preferencial. Pretende-se que o leitor entenda que podem existir pensamentos diferentes para uma mesma situação, sem que eles sejam certos ou errados, e sim, diferentes pontos de vista e de percepção.
Receber o diagnóstico de câncer nunca é fácil e muitos sentimentos podem emergir, como medo, ansiedade e insegurança. Ainda hoje a palavra câncer é muito associada à morte, o que faz com que esses sentimentos sejam potencializados.
Nesses casos, o tratamento é intenso e duradouro. Portanto, saber fazer uma boa avaliação é essencial para os profissionais que trabalham com esse público, uma vez que a expressão das emoções e o fortalecimento dos recursos de enfrentamento são fundamentais para uma boa elaboração e trabalho terapêutico. Este recurso permite ao profissional o aprofundamento da sua avaliação e ensina algumas técnicas que podem ser utilizadas dentro e fora do consultório.
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