O livro, Terapia cognitiva de reestruturação cognitiva – infância/adolescência, da coleção Atualizações em Terapias Cognitivo- Comportamentais, tem o objetivo de esclarecer conceitos básicos da Terapia Cognitiva de Reestruturação Cognitiva para crianças e adolescentes, além de abordar temas atuais e que têm se destacado entre as evidências de estudos científicos.
O livro conta com capítulos teóricos e práticos, escritos por psicólogos clínicos e pesquisadores reconhecidos nacional e internacionalmente, para fornecer um conhecimento inovador e com dicas práticas.
A dislexia é uma condição que pode ser hereditária, e torna extremamente difíceis a leitura, a escrita e a ortografia na língua-mãe. E embora a criança não tenha um déficit intelectual, o desempenho dela na leitura e consequentemente na escrita é aquém do esperado.
Este livro tem por objetivo ser um instrumento para facilitar o processo de mudança e adaptação, tanto na ocasião do divórcio quanto na chegada de novos cônjuges na vida dos pais.
Este livro aborda os conceitos das Terapias do Esquema e de Aceitação e Compromisso de uma forma lúdica, psicoeducando crianças e mostrando-se particularmente útil no entendimento das emoções, aceitando-as como naturais e humanas.
Para contribuir à formação do neuropsicólogo clínico, temos o prazer de anunciar dois novos volumes da Coleção Neuropsicologia na Prática Clínica: Intervenção Neuropsicológica infantil: Da estimulação precoce-preventiva à reabilitação e Intervenção Neuropsicológica infantil: Aplicações e interfaces. Neste primeiro volume são discutidos temas e conceitos gerais sobre a intervenção neuropsicológica na infância, da estimulação cognitiva às práticas que possam prevenir alterações na cognição e comportamento nesse momento do desenvolvimento. Em ambos os volumes temos exemplos de como integrar conceitos clássicos e novas práticas na construção de uma clínica eficiente para lidar com temas relacionados à infância.
Na obra, “Como lidar com o amor patológico”, autores renomados trazem ao grande público a discussão sobre o que é o amor patológico e como identificá-lo. Mesmo sendo um conceito amplo e difícil de limitar, a obra navega por este sentimento diferindo as formas saudáveis e não saudáveis de se relacionar, não pelo caráter de julgamento e sim pelo prisma de causar ou não sofrimento.
Frequentemente confundida com tentativa de suicídio, a automutilação é um comportamento desenvolvido principalmente pelo adolescente como maneira de aliviar seu sofrimento psicológico. A prática geralmente está associada a outros problemas psiquiátricos e ainda é objeto de poucos estudos no Brasil.
A vergonha é uma emoção muito importante, que inibe comportamentos que podem atrapalhar nossa relação com outras pessoas e, quando sentida em excesso, pode nos deixar muito solitários e restritos em relação às nossas atividades. Este livro conta a história de Isabele, que sente muita vergonha em algumas situações, mas aprende a enfrentar e, aos poucos, faz uma nova amizade. Esse é um exemplo importante de um pequeno grande passo para o enfrentamento da vergonha.
Sentimos emoções da mesma forma que sentimos sede ou fome, portanto, não as controlamos. Entender o motivo das emoções é fundamental, e, quanto antes isso acontecer, mais fácil é a compreensão e o manejo delas. O nojo é uma emoção desagradável, serve para nos proteger de contaminações.
Guia prático para pacientes, familiares e profissionais da saúde.
Esta obra procura examinar os diversos fatores ligados ao suicídio, apresentando uma abordagem compreensiva dos diversos aspectos envolvidos. São elencados os fatores de risco e de proteção, a identificação de um comportamento suicida e dos sinais de alerta, bem como as recomendações gerais sobre o que fazer perante uma pessoa com risco de suicídio.
Algumas vezes, encontramos em nosso caminho uma grande barreira que parece nos impedir de alcançar nossos objetivos e tornar realidade nossos sonhos. Nesta história, as barreiras enfrentadas por Valentina são o medo e a vergonha. Neste livro, experimentamos como enfrentar os desafios da vida e nos aproximar do que é importante para nós.
Déficits no manejo da raiva tendem a gerar prejuízos à adaptação e ao funcionamento social. Embora a raiva seja uma emoção natural, a experiência intensa e frequente, associada à expressão desadaptativa, tende a gerar muitos prejuízos à infância e a todo o desenvolvimento, caso seja persistente.
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