Muitas pessoas acabam deixando para depois algo que poderia ser realizado antes de forma mais proativa. É muito comum "empurrar com a barriga" nossas ações, atrasando aquilo que deveríamos ter feito. A esse comportamento se dá o nome de procrastinação.
Este baralho permite acessar temas atinentes à experiência de adoecimento grave e crônico que ameaça rotineiramente a continuidade da vida e que costuma despertar reflexões sobre a existência e a possibilidade de morrer. Possibilita ao paciente e ao terapeuta dialogarem acerca das principais preocupações, necessidades, desejos, expectativas e dificuldades emocionais envolvidas no enfrentamento do processo de adoecimento e formularem planos terapêuticos singulares, garantindo o respeito aos valores e às crenças do paciente e de sua família sobre o que se entende como tratamento adequado em cuidados paliativos.
Partindo do entendimento de que para o aprimoramento das competências clínicas em terapia cognitivo-comportamental (TCC), devido às suas especificidades, é importante utilizar estratégias educativas específicas, incluindo atividades ativas e formativas, foi criado o Baralho para treinamento de terapeutas cognitivo-comportamentais. Recurso criado para ajudar você a superar os desafios complexos do treinamento e supervisão de terapeutas.
Fundamentado nos princípios da psicologia cognitivo-comportamental, o Baralho dos comportamentos de liderança permite, a partir da análise de possíveis situações do cotidiano, não só uma reflexão como a compreensão dos fatores envolvidos na adoção dos comportamentos e desenvolvimento de uma postura mais adequada e produtiva de liderança. Consiste em uma técnica lúdica para se trabalhar, junto a líderes de equipes, a reflexão e o autoconhecimento sobre os comportamentos que o mesmo adota e suas consequências na equipe. Ele engloba seis habilidades para a atuação de um líder: comunicação interpessoal, empatia, assertividade, abordagem e condução, negociação e tolerância ao estresse.
A partir de modelos e técnicas de intervenção propostos pela terapia racional emotiva comportamental (TREC), o Baralho da terapia racional emotiva comportamental: identificando e debatendo as crenças irracionais foi desenvolvido visando auxiliar profissionais novatos e mais experientes na prática clínica de psicoterapia.
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é um modelo psicológico baseado em evidências que tem sido aplicado a uma diversidade de contextos e públicos, entre eles os casais, com seus diferentes formatos e orientações sexuais. A fim de auxiliar o trabalho dos terapeutas de casais, para que possam compreender a dinâmica relacional, bem como a vivência dos casais que pretendem melhorar a qualidade dos seus relacionamentos, foi criado o Baralho da Conceitualização Cognitiva para Casais, com base no diagrama de conceitualização cognitiva para casais, do mesmo autor.
O Baralho de investigação dos estilos parentais nasceu da necessidade de instrumentalizar a avaliação da dinâmica familiar e das habilidades parentais. Ele é um instrumento que busca auxiliar as crianças a expressarem suas percepções sobre as principais práticas parentais observadas em seu ambiente familiar.
Além disso, trata-se de uma ferramenta que auxilia o aplicador a identificar quais práticas parentais são mais ou menos prevalentes e por quem são exercidas, facilitando, assim, a coleta de elementos que vão sugerir o estilo parental predominante.
O Baralho de histórias é um material lúdico desenvolvido para auxiliar o profissional na conceitualização e na intervenção cognitiva de forma colaborativa. A experiência clínica indica que, muitas vezes, o paciente tende a se sentir confrontado e desconfortável na sessão quando o profissional faz perguntas diretas sobre seus problemas e sentimentos. Para diminuir esse desconforto, a brincadeira pode ser um recurso eficaz.
Ferramenta para ser utilizada a partir dos 5 anos, pode ser usada sem limite de idade, inclusive com idosos, visando acessar de maneira lúdica os pensamentos, emoções e comportamentos associados às dificuldades do paciente.
Toda hora é hora de receber ajuda ou ter empatia com uma amiga, com a mãe, uma irmã, uma prima. Ajudar é estar presente, falar a respeito, trocar ideias, saber se colocar no lugar do outro. Este livro-caixinha surgiu exatamente para isso: transformar um assunto difícil em uma leve e até divertida brincadeira. Basta pegar uma pergunta para começar a conversa. Em cada resposta pode vir a descoberta de que o mundo do câncer de mama não precisa ser − e nem é − o fim do mundo.
O desenvolvimento das habilidades para a vida é incentivado nos cards Habilidades para a vida com crianças por meio de perguntas reflexivas que facilitam o diálogo sobre o tema.
A caixinha disponibiliza sete tópicos com temáticas relacionadas às dez habilidades para a vida: (1) autoconhecimento, (2) habilidades de relacionamento interpessoal, (3) empatia, (4) manejo das emoções e do estresse, (5) comunicação eficaz, (6) pensamento crítico e criativo e (7) tomada de decisão e resolução de problemas.
Distorções cognitivas ou pensamentos automáticos negativos (PANs) são falhas no processo de percepção e interpretação das informações e situações vivenciadas pelos sujeitos que influenciam os seus sentimentos e comportamentos diante dessas situações. Esses padrões de pensamento favorecem tanto o desenvolvimento de transtornos psicológicos como a sua manutenção.
Pensado para ser uma ferramenta para estimular o empirismo colaborativo e facilitar o processo terapêutico, este baralho auxilia no tratamento dos pensamentos automáticos negativos de forma interativa, colaborando para o empirismo colaborativo e a descoberta guiada.
O transtorno de oposição desafiante (TOD) tem grande importância e merece a atenção dos profissionais da saúde por gerar inúmeros impactos tanto na vida escolar como nas interações sociais. As principais comorbidades associadas ao TOD são transtornos de humor, transtornos de ansiedade, transtorno de descontrole de impulsos e transtorno por uso de substâncias, além das dificuldades na interação social e, às vezes, no desempenho escolar. Na terapia cognitivo-comportamental para o TOD, é necessário trabalhar o treinamento cognitivo em autoinstrução, automonitoramento dos sintomas e estratégias de resolução de problemas.
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