Esta história ilustra a distorção cognitiva pensamento dicotômico, também chamada de pensamento preto ou branco ou ainda tudo ou nada, que nos leva a perceber as situações em dois extremos, em vez de um continuum. Este livro traz o Extremalien, um alienígena que cresce e influencia nossos pensamentos, nos conduzindo à ideia de que uma situação pode ser de um jeito e de outro. A personagem Taís, uma menina que está com dificuldades de leitura em sala aula, apresenta essa distorção. Temas como autoeficácia, autoestima e autoconfiança são abrangidos neste volume, que faz parte da Coleção Cerebrus Pifadus.
Esta história ilustra a distorção cognitiva catastrofização. Quando fazemos essa distorção, pensamos que algo muito ruim acontecerá e que não teremos recursos para lidar com isso. Este livro traz o Exageradalien, que perturba o personagem Bruno que precisará ir a um acampamento, mas não quer ir por acreditar que passará vergonha devido à dependência que tem da mãe para realizar atividades cotidianas. Temas importantes, como aquisição de autonomia, autoeficácia, autoconfiança são apresentados neste volume, que faz parte da Coleção Cerebrus Pifadus.
A distorção cognitiva personalização faz com que acreditemos que o comportamento dos outros se deve a algo que fizemos e, em geral, nos faz sentir temerosos ou culpados. A história apresenta o Culpalien que, ao se aproximar de Sandra e Giovana, influencia a maneira como as meninas percebem os acontecimentos. O tema de fundo da narrativa reflete sobre autoestima e autoeficácia. Podem ser identificadas crenças centrais subjacentes que envolvem a ideia de inferioridade, inadequação e incapacidade, trazendo ainda a temática de fracasso e defectividade.
A leitura mental é uma distorção cognitiva muito frequente. É muito comum pensarmos que sabemos o que os outros estão pensando. Às vezes, até estamos certos, mas o problema é que não temos como ter certeza e passamos a agir como se o que acreditamos fosse verdade. Nesta história, quando o Adivinhalien ganhou força, Bruna começou a pensar que a mãe sabia sobre um segredo que estava guardando e Tainá pensou que Bruna não era mais amiga dela. Uma grande confusão causada pelo alien. A história é sobre segredos, amizade e o peso de uma omissão, pano no fundo para que o Adivinhalien ganhe força.
Os jogos terapêuticos são instrumentos simples para ajudar os pacientes e os terapeutas em suas práticas clínicas.
O Quebra-cabeça das crenças exageradas: trabalhando com crenças nos transtornos do exagero é um instrumento que aborda as crenças centrais e aditivas/exageradas dos indivíduos. Ele auxilia o paciente a entender como vê a si mesmo e aos seus comportamentos exagerados, ajudando-os a montar um quebra-cabeça mais realista (e justo) de quem eles são e da função do exagero em suas vidas. Pode ser uma "porta de entrada" para que eles queiram procurar novas peças para completá-lo e, a partir daí, possam tornar o grande quebra-cabeça de suas vidas mais colorido, otimista e feliz.
Escrito por três especialistas em psicologia, é destinado a estudantes universitários que têm dificuldade em lidar com a procrastinação. Baseado na terapia de aceitação e compromisso (ACT), o livro oferece uma abordagem inovadora e concreta para ajudar os alunos a se concentrarem no presente e tomarem atitudes para alcançar seus objetivos de estudo e sucesso acadêmico.
Projetado para uso como parte de um programa orientado por um terapeuta, este manual tem um formato que permite fácil leitura e consulta e inclui formulários que podem ser reproduzidos. Você também poderá imprimir os formulários, acessando um link no site da Editora Hogrefe.
Brooke Ingersoll; Anna Dvortcsak - Tradução Cecília Camargo Bartalotti
Revisão técnica Vanessa Madaschi, Régis Nepomuceno Peixoto e Stephani de Pol – Instituto Inclusão Eficiente
A Escala de Avaliação de Disfunções Executivas de Barkley (BDEFS) avalia os possíveis déficits das Funções Executivas (FE) nas atividades do cotidiano em adultos. Estes processos são responsáveis por orientar, direcionar e gerenciar funções cognitivas.
O Rorschach tem o objetivo de verificar a estrutura e dinâmica da personalidade, através da narrativa de 10 pranchas.
Alguns especialistas estimam que, em todo o domínio da psicologia, nenhuma outra criação única tem sido objeto de um número tão elevedo de trabalhos científicos. É também provável que nenhum outro teste psicológico fora administrado a mais de milhões de pessoas em todo o mundo.
A WASI é um instrumento breve de avaliação da inteligência, aplicável a crianças de 6 anos a idosos de 89 anos de idade. Fornece informações sobre os QIs Total, de Execução e Verbal a partir de quatro subtestes (Vocabulário, Cubos, Semelhanças e Raciocínio Matricial), em um curto espaço de tempo. A escala ainda fornece a possibilidade de avaliação do QI Total com apenas dois subtestes (Vocabulário e Raciocínio Matricial). A escala é também associada à Escala de Inteligência Wechsler para Crianças – Terceira Edição e à Escala de Inteligência Wechsler para Adultos – Terceira Edição e fornece tabelas para estimativa de faixas de escore de QIT nas escalas WISC-III e WAIS-III.
A WASI é um instrumento breve de avaliação da inteligência, aplicável a crianças de 6 anos a idosos de 89 anos de idade. Fornece informações sobre os QIs Total, de Execução e Verbal a partir de quatro subtestes (Vocabulário, Cubos, Semelhanças e Raciocínio Matricial), em um curto espaço de tempo. A escala ainda fornece a possibilidade de avaliação do QI Total com apenas dois subtestes (Vocabulário e Raciocínio Matricial). A escala é também associada à Escala de Inteligência Wechsler para Crianças – Terceira Edição e à Escala de Inteligência Wechsler para Adultos – Terceira Edição e fornece tabelas para estimativa de faixas de escore de QIT nas escalas WISC-III e WAIS-III.
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