0Esta é a história de uma família que passou pelas dúvidas e inquietações de um processo de separação do casal e que precisa se adaptar à realidade pós-divórcio e a sua nova configuração.
O objetivo deste livro é estimular os pais a assumirem um divórcio responsável, servindo como um fator de amadurecimento, conservando os afetos e o convívio saudável. É uma oportunidade para as crianças ter livre acesso a emoções e pensamentos que envolvem a temática e expressá-los de forma prática e lúdica em busca de adaptação e ressignificação.
Este livro objetiva psicoeducar crianças e adolescentes sobre a importância da autonomia e da prevenção do abuso, um tema difícil de ser abordado pelas famílias. De forma bem lúdica, mostra o desenvolvimento infantil e as descobertas do corpo. É um recurso auxiliar para familiares e para profissionais abordarem o tema que ainda é um tabu para muitos.
Um menino perde a inspiração para desenhar quando fica sem seus lápis de cor. Até que descobre que muita coisa legal pode ser feita usando apenas um lápis preto. Essa é a história de Guto, que, seguindo as dicas do pai, acaba fazendo bonito no final.
Algumas vezes, encontramos em nosso caminho uma grande barreira que parece nos impedir de alcançar nossos objetivos e tornar realidade nossos sonhos. Nesta história, as barreiras enfrentadas por Valentina são o medo e a vergonha. Neste livro, experimentamos como enfrentar os desafios da vida e nos aproximar do que é importante para nós.
Na primeira infância, a ansiedade pode fazer parte do desenvolvimento típico e representar eventos passageiros. As crianças podem sofrer de sintomas de estresse, como tensões e dificuldade de concentração e de sono. Os Contos do Capitão Nemo ajudam as crianças a lidar com tais questões e, assim, atenuar a ansiedade e o estresse. Este livro é destinado a pais, educadores, pedagogos, psicoterapeutas e psiquiatras infanto-juvenis, e claro, às próprias crianças.
Este material é um almanaque de atividades lúdicas para serem feitas nele mesmo, com o objetivo de trabalhar e treinar as 10 habilidades para a vida definidas pela Organização Mundial da Saúde, são elas: autoconhecimento, manejo de emoções, manejo de estresse, empatia, relacionamento interpessoal, pensamento crítico, pensamento criativo, resolução de problemas, tomada de decisão e comunicação eficaz. Este almanaque foi desenvolvido para ser um complemento à Coleção Habilidades para a Vida, a fim de possibilitar que as crianças pratiquem, por meio das atividades lúdicas, as habilidades que foram psicoeducadas nos livrinhos da coleção.
Quando não conseguimos resolver nossos problemas eles podem se tornar fontes de estresse e acarretar no aumento do sofrimento e gravidade da situação. Com as crianças não é diferente, pois elas também passam por problemas de difícil solução. As habilidades de tomada de decisão são complementos na resolução de problemas, auxiliando a criança a lidar construtivamente diante das decisões na sua vida.
Em muitos países, o bullying entre jovens e na escola é um importante problema social. Ele envolve repetidos ataques contra uma pessoa mais fraca ou relativamente indefesa; pode ser de natureza física, verbal, exclusão social severa, ou, atualmente, o cyberbullying - usando telefones móveis e internet. Este abuso intencional de poder para ferir os outros pode acarretar sofrimento e perda de autoestima nas vítimas e, em casos extremos, pode contribuir para suicídios.
O que é empatia? Por que ela existe? De que maneira ela influencia nossos relacionamentos? A empatia é fundamental para uma socialização saudável. Apesar de nascermos com essa capacidade, podemos considerar que ela é um botão sensível à intervenção ambiental, podendo sofrer influência para mais ou para menos. Este livro convida as crianças a começarem a entender desde cedo essa nobre função em nossas vidas.
Este livro pretende ajudá-lo a entender, aceitar, validar, discriminar e quantificar a raiva quando ela surge em nossas vidas e também a pensar que existem formas adequadas e inadequadas de externalizá-la. A expressão assertiva da raiva pode ser uma construção interessante na vida dos pequenos e também dos grandes, que são e sempre serão as maiores referências dos seus filhos
Se colocar no lugar do outro nem sempre é uma tarefa fácil, mas é imprescindível para ampliar, manter e finalizar relacionamentos. Desde a infância, aprender habilidades de empatia auxilia as crianças a compreender, sentir e responder adequadamente ao sentimento do outro, processo este que só tende a contribuir para seu desenvolvimento e relações ao longo da vida. Esperamos, com este livro, auxiliar pais, educadores e terapeutas a desenvolver e ampliar as habilidades de empatia em crianças de 6 a 10 anos, como uma possibilidade de validar sentimentos e facilitar relacionamentos.
0Este livro convida as crianças a brincarem de reconhecer e de colorir emoções, conforme a cor que a criança considera representativa para cada uma delas. É um material lúdico com o selo do Instituto TRI, que permite o reconhecimento da empatia por meio da expressão facial da emoção. Ferramenta indispensável para terapeutas.
Esta é a história de Juninho, um menino que não se permite errar e sofrer com isso. O livro "Errar faz parte, perdoar faz bem: ensinando crianças a desenvolver a compaixão" é indicado para crianças entre 6 e 10 anos, e, auxiliará pais, professores e terapeutas a desenvolverem compaixão em seus filhos, alunos e pacientes.
Precisamos compreender a função da alegria como uma emoção básica em nossas vidas. Onde podemos encontrá-la? Será que ela faz parte daquilo que crescemos ouvindo? Será que precisamos ser o melhor aluno, o melhor profissional, para assim ganharmos mais e consequentemente sermos felizes?
Estudos atuais mostram que felicidade e alegria, a partir de um patamar econômico que sustente as necessidades básicas da família, são coeficientes muito mais atrelados ao bem-estar de estarmos cercados de pessoas que nos fazem bem do que de nossas reservas financeiras. Este livro é uma reflexão não apenas sobre a emoção alegria, mas sobre o que se busca como meta para nossa vida e de nossos filhos.
Esta é a história de Bruna, que não conseguia lidar e nem nomear a emoção que sentia com frequência pela amiga Isa. Porém, após refletir com a professora Laura sobre a situação, pode entender que esse sentimento é algo normal, mas muitas vezes desnecessário, que é acionado por pensamentos errados que criamos e que pode nos gerar sofrimento e privações, caso não soubermos administrá-lo de forma correta.
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