O que é delírio? O que é alucinação? O primeiro passo para estudar um assunto é dar nome aos objetos de investigação. O sistema AMDP (em alemão: grupo de trabalho para metodologia e documentação em psiquiatria) unifica a nomenclatura e esclarece a correta utilização dos termos que definem as vivências mais comuns em pacientes psiquiátricos .
Na obra, “Como lidar com o amor patológico”, autores renomados trazem ao grande público a discussão sobre o que é o amor patológico e como identificá-lo. Mesmo sendo um conceito amplo e difícil de limitar, a obra navega por este sentimento diferindo as formas saudáveis e não saudáveis de se relacionar, não pelo caráter de julgamento e sim pelo prisma de causar ou não sofrimento.
Frequentemente confundida com tentativa de suicídio, a automutilação é um comportamento desenvolvido principalmente pelo adolescente como maneira de aliviar seu sofrimento psicológico. A prática geralmente está associada a outros problemas psiquiátricos e ainda é objeto de poucos estudos no Brasil.
A vergonha é uma emoção muito importante, que inibe comportamentos que podem atrapalhar nossa relação com outras pessoas e, quando sentida em excesso, pode nos deixar muito solitários e restritos em relação às nossas atividades. Este livro conta a história de Isabele, que sente muita vergonha em algumas situações, mas aprende a enfrentar e, aos poucos, faz uma nova amizade. Esse é um exemplo importante de um pequeno grande passo para o enfrentamento da vergonha.
Sentimos emoções da mesma forma que sentimos sede ou fome, portanto, não as controlamos. Entender o motivo das emoções é fundamental, e, quanto antes isso acontecer, mais fácil é a compreensão e o manejo delas. O nojo é uma emoção desagradável, serve para nos proteger de contaminações.
Dislexia de desenvolvimento ou transtorno específico de aprendizagem da leitura é caracterizada por dificuldades para ler de forma correta e fluente, que não são consistentes com a idade cronológica, as oportunidades educacionais ou as habilidades intelectuais. Apesar da presença do tema em inúmeros estudos nas mais diversas áreas, o enfoque neuropsicológico interdisciplinar no Brasil não é o preponderante nas produções em forma de livro, sendo essa publicação importante para os profissionais e estudantes que gostariam de se aprofundar nas discussões acerca deste transtorno.
Guia prático para pacientes, familiares e profissionais da saúde.
Esta obra procura examinar os diversos fatores ligados ao suicídio, apresentando uma abordagem compreensiva dos diversos aspectos envolvidos. São elencados os fatores de risco e de proteção, a identificação de um comportamento suicida e dos sinais de alerta, bem como as recomendações gerais sobre o que fazer perante uma pessoa com risco de suicídio.
Caminhos da Aprendizagem e Inclusão: Entretecendo múltiplos saberes é uma obra elaborada a muitas mãos e que reflete claramente o pensamento que ao se tratar de pessoas nenhum profissional é suficiente e a multiplicidade de perspectivas se faz necessária. A interface saúde, educação e neurociências, tendo em vista sua complexidade, requer realmente muitos olhares sobre o mesmo cérebro.
Este livro representa uma contribuição segura aos profissionais da área e aos demais interessados e um convite à discussão, de forma fundamentada, da realidade, dos desafios e das mudanças inerentes à avaliação neuropsicológica forense. Sendo assim, ele deriva do conhecimento prático de profissionais mais afeitos ao contexto da saúde mental e da justiça como nos processos de interdição por doenças neuropsiquiátricas como Alzheimer, na capacidade laboral de um quadro psicótico ou na responsabilidade penal nos casos de dependência química. É uma obra com objetivo claro de orientar e guiar o profissional na complexa prática pericial.
Ética em Psicologia: Formação, Exercício Profissional e Legis lação é uma obra essencial para estudantes e profissionais que buscam compreender e aplicar os princípios éticos fundamentais à prática psicológica. A obra destaca os conceitos fundamentais de Ética e Moral, abordando desde perspectivas clássicas até os debates contemporâneos sobre inteligência artificial e bioética.
Não há respostas simples ou únicas para a morte. Durante grande parte da vida, frequentamos instituições educacionais e nos preparamos para lidar com questões sociais e para o trabalho, mas nada nos prepara para esse momento. Por isso, é essencial ampliar o escopo da educação para a morte, fundamentada na importância da discussão sobre o tema em uma sociedade na qual convivem a morte interdita, a morte reumanizada e a morte escancarada.
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