0Esta é a história de uma família que passou pelas dúvidas e inquietações de um processo de separação do casal e que precisa se adaptar à realidade pós-divórcio e a sua nova configuração.
Em Meus amigos são diferentes, Lisbela nos apresenta os seus amigos Fabinho, Benício e Joana. Cada um tem seu jeitinho, nenhum é igual ao outro e é de forma descontraída e didática que a autora e psicóloga Andressa Henke Bellé aborda o bullying. Um livro leve e em verso, excelente para ensinar as crianças a celebrar e aceitar as diferenças dos que estão à sua volta.
De forma lúdica e repleto de exercícios, este livro é uma ferramenta para auxiliar a criança na compreensão do seu próprio funcionamento a partir do processo de análise da integração: emoção, mente e ação.
As emoções são parte de muitos seres vivos, principalmente os humanos.Nesta história, o medo é desvendado, ele tem voz, corpo e se comunica. As crianças e seus familiares entenderão que essa emoção faz parte da vida de todos e, inclusive, pode ajudá-los a refletir e construir valores importantes para a sociedade. Sua leitura facilitará a compreensão dessa emoção e ajudará o medo a ser mais bem acolhido em todos os lares, tornando-a saudável.Emoções agradáveis e desagradáveis fazem parte da vida de todas as pessoas, embora sejam normalmente classificadas como positivas e negativas. Este livro busca esclarecer que mesmo emoções como o medo têm uma função e devem ser aceitas e validadas.
Nós vivemos, na atualidade, uma situação política, econômica e social na qual os indivíduos sentem uma enorme pressão para dar conta de todas as obrigações que são impostas pela vida. Nesse panorama, há um aumento no número de indivíduos com queixas de ansiedade, que pode ser passageira, mas também pode significar que existe uma doença.
Quando uma criança chega na terapia, muitas vezes tem dificuldade de entender o que é um terapeuta e o que será feito naquele espaço. Por vezes acredita que aquele espaço é meramente recreativo ou pode até entendê-lo como algo assustador em função de que ali serão abertas suas intimidades e dificuldades.
O uso inadequado de tecnologia é uma temática que vem obtendo uma significativa expansão na literatura científica especializada e em diversos setores da mídia. Devido à relevância do tema, a dependência de jogos eletrônicos também gerou interesse de pais e educadores que lidam constantemente com filhos e estudantes, respectivamente, com uso problemático deste recurso tecnológico, seja em casa ou no ambiente escolar.
s emoções são parte de muitos seres vivos, principalmente os humanos. A Tristeza, apresentada nesta história, mostra para as crianças e seus familiares que essa emoção faz parte da vida de todos e, inclusive, pode ajudá-los a refletir e construir valores importantes para a sociedade. Sua leitura facilitará a compreensão dessa emoção e ajudará a tristeza a ser mais bem acolhida em todos os lares, tornando-a saudável. Emoções agradáveis e desagradáveis fazem parte da vida de todas as pessoas, embora sejam normalmente classificadas como positivas e negativas. Este livro busca esclarecer que mesmo emoções como a tristeza têm uma função e devem ser aceitas e validadas.
Este livro tem como objetivos ensinar o público infantil sobre a importância do dormir e orientar os pais e responsáveis em relação a dúvidas, questões e curiosidades referentes ao tema, além de abordar o manejo prático das situações mais frequentes a partir de um enfoque cognitivo-comportamental.
Este livro conta a história de Pedro, uma criança que experimenta diferentes emoções ao tentar esconder das pessoas que sente medo, e evita a todo custo usar o banheiro. Ao longo da narrativa, Pedro manifesta as mesmas dificuldades que crianças com transtorno de eliminação - Encoprese, tais como: constipação, dor abdominal, vazamento das fezes na roupa, regressão para o uso da fralda, dor ao evacuar, e sentimentos de vergonha, medo e culpa. Após a exposição das dificuldades, o livro psicoeduca sobre a Encoprese e lista possíveis causas para o que está acontecendo com Pedro.
Este livro é um recurso para pais, educadores e terapeutas abordarem o tema com crianças de 4 a 12 anos e guiá-las neste doloroso, mas necessário, caminho da elaboração das perdas que acontecem na vida.
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