O Diário de Bordo é uma ferramenta prática, criativa e cientificamente fundamentada para jovens, adolescentes e adultos em processo de orientação profissional ou transição de carreira. Com base no modelo RIASEC de John Holland, o material oferece um percurso de autoconhecimento por meio de atividades reflexivas, testes, mapas visuais e metáforas envolventes.
Ideal para psicólogos, educadores, orientadores vocacionais e instituições de ensino, o produto pode ser usado em atendimentos individuais, grupos de orientação, escolas e projetos sociais.
Este livro representa um compêndio de práticas de yoga, meditação e mindfulness que irão auxiliar terapeutas e seus pacientes no exercício dessas práticas. Além de incluir uma introdução ao assunto na qual faz uma breve revisão sobre essas práticas nas suas origens orientais, apresenta também um conjunto de exercícios para serem realizados, seja pelos terapeutas, seja pelos pacientes, descrita de forma minuciosa para facilitar a sua prática.
Este Manual de Orientação apresenta discussões teóricas fundamentais para subsidiar a prática da supervisão de estágio por docentes-supervisores de instituições de Ensino Superior de Psicologia Organizacional e do Trabalho e áreas afins. Oferece também diretrizes e modelos para sistematizar as atividades de docentes-supervisores que atuam nestes campos de conhecimento e de formação.
O desenvolvimento das habilidades para a vida é incentivado nos cards Habilidades para a vida com crianças por meio de perguntas reflexivas que facilitam o diálogo sobre o tema.
A caixinha disponibiliza sete tópicos com temáticas relacionadas às dez habilidades para a vida: (1) autoconhecimento, (2) habilidades de relacionamento interpessoal, (3) empatia, (4) manejo das emoções e do estresse, (5) comunicação eficaz, (6) pensamento crítico e criativo e (7) tomada de decisão e resolução de problemas.
Os seres humanos partilham as mesmas características biológicas e, por isso saúde e doenças semelhantes, e diagnósticos e tratamentos semelhantes. Há, no entanto especificidades na manifestação de doenças em função do gênero, como o caso de algumas doenças oncológicas específicas do gênero ou de outras em que a incidência nas mulheres é diferente da dos homens.
Distorções cognitivas ou pensamentos automáticos negativos (PANs) são falhas no processo de percepção e interpretação das informações e situações vivenciadas pelos sujeitos que influenciam os seus sentimentos e comportamentos diante dessas situações. Esses padrões de pensamento favorecem tanto o desenvolvimento de transtornos psicológicos como a sua manutenção.
Pensado para ser uma ferramenta para estimular o empirismo colaborativo e facilitar o processo terapêutico, este baralho auxilia no tratamento dos pensamentos automáticos negativos de forma interativa, colaborando para o empirismo colaborativo e a descoberta guiada.
O transtorno de oposição desafiante (TOD) tem grande importância e merece a atenção dos profissionais da saúde por gerar inúmeros impactos tanto na vida escolar como nas interações sociais. As principais comorbidades associadas ao TOD são transtornos de humor, transtornos de ansiedade, transtorno de descontrole de impulsos e transtorno por uso de substâncias, além das dificuldades na interação social e, às vezes, no desempenho escolar. Na terapia cognitivo-comportamental para o TOD, é necessário trabalhar o treinamento cognitivo em autoinstrução, automonitoramento dos sintomas e estratégias de resolução de problemas.
O Baralho das habilidades sociais é uma ferramenta que permite ao profissional trabalhar as interações que nem sempre são observadas na família e na escola, onde as crianças deveriam aprender a expressar seus sentimentos, desejos, opiniões e direitos, propiciando que sejam adultos felizes, livres da agressividade e da hostilidade que podem interferir de forma negativa em qualquer época da vida.
As emoções têm um papel importante no desenvolvimento humano e social. Aprender a reconhecê-las e a expressá-las ajuda a identificar a intenção das pessoas e como se comportar em diferentes contextos e contribui para a capacidade de comunicação e para a forma como nos relacionamos. Não saber identificar que emoções sentimos ou mostrar intensidades exageradas/rebaixadas de emoções ou, ainda, identificar como alguém se sente ou como interpretar expressões faciais e físicas em outras pessoas são temas frequentes que precisam ser trabalhados em psicoterapia com crianças e adolescentes.
O Baralho da reestruturação cognitiva: questionando e modificando pensamentos consiste em um recurso técnico cujo objetivo é promover ao paciente a aprendizagem e o domínio das estratégias de reavaliação cognitiva, por meio de uma intervenção psicoeducativa orientada para a prática. Tendo em vista o pressuposto básico da terapia cognitivo-comportamental de que os pensamentos influenciam as experiências emocionais e as ações do indivíduo, identificar e corrigir pensamentos e crenças distorcidos e, por conseguinte, auxiliar o paciente no desenvolvimento e na manutenção de padrões cognitivos e comportamentais saudáveis constituem alguns dos principais alvos da psicoterapia.
O transtorno alimentar restritivo/evitativo (TARE) é mais comum na infância, mas muitos adolescentes e adultos não conseguem desenvolver uma relação saudável com os alimentos e o TARE pode se estender ao longo dos anos, de maneira crônica, sendo "normalizado" pelos indivíduos ao criarem estratégias de adaptação ou mesmo por falta de conhecimento. Esses pacientes compõem um grupo bastante heterogêneo, com características de curso do transtorno diferentes, o que muitas vezes dificulta ainda mais os indivíduos acometidos a se perceberem com o transtorno e deixa alguns psicólogos com dificuldades em estabelecer um plano de tratamento linear e adequado.
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