HABILIDADES PARA A VIDA NA INFÂNCIA: 100 CARDS PARA DESENVOLVER RELAÇÕES SAUDÁVEIS
R$ 55,00
SINOPSE
O desenvolvimento das habilidades para a vida é incentivado nos cards Habilidades para a vida com crianças por meio de perguntas reflexivas que facilitam o diálogo sobre o tema.
A caixinha disponibiliza sete tópicos com temáticas relacionadas às dez habilidades para a vida: (1) autoconhecimento, (2) habilidades de relacionamento interpessoal, (3) empatia, (4) manejo das emoções e do estresse, (5) comunicação eficaz, (6) pensamento crítico e criativo e (7) tomada de decisão e resolução de problemas.
Decifra-te! Este é um convite a você! Como no enigma proposto pela esfinge de Tebas, "decifra-me ou te devoro", vez por outra, somos visitados por questões sobre o existir que nos paralisam. O RICard’s Decifra-te! 100 questões para refletir sobre a sua vida traz oportunidades para que o "viajante" em busca do autoconhecimento não seja devorado pelo seu contexto existencial.
Este baralho permite acessar temas atinentes à experiência de adoecimento grave e crônico que ameaça rotineiramente a continuidade da vida e que costuma despertar reflexões sobre a existência e a possibilidade de morrer. Possibilita ao paciente e ao terapeuta dialogarem acerca das principais preocupações, necessidades, desejos, expectativas e dificuldades emocionais envolvidas no enfrentamento do processo de adoecimento e formularem planos terapêuticos singulares, garantindo o respeito aos valores e às crenças do paciente e de sua família sobre o que se entende como tratamento adequado em cuidados paliativos.
Esta obra é uma tentativa de oferecer a psicólogos e psicopedagogos clínicos, um instrumento de investigação dos problemas psicológicos que afetam a infância e a adolescência, que seja abrangente e profícuo.
O Baralho do TDAH é uma excelente ferramenta de psicoeducação, automonitoramento, treino para solução de problemas e reestruturação do sistema de crenças. Tem como objetivo auxiliar familiares e pacientes a compreender os sintomas e prejuízos do transtorno, desfazendo rótulos prévios que frequentemente os acompanham.
Através deste instrumento, as crianças e os adolescentes têm a possibilidade de monitorar o seu comportamento e avaliá-lo para desenvolver atitudes mais assertivas. Com isto, possibilita aos pacientes uma identificação mais adequada para soluções de problemas. Por meio dele, também é possível trabalhar a reestruturação do sistema de crenças, intervindo assim na autoestima de crianças e adolescentes.
Incentivar a criança a falar sobre seu medo é importante, pois a velha ideia de não falar para não estimular não procede; é falando sobre o medo que poderemos entendê-lo e enfrentá-lo. O enfrentamento está relacionado a aceitá-lo, mas também não é válido forçar a criança a se aproximar da situação ou do evento temido. Aos pais, é sugerido passarem segurança e fazer a criança acreditar que pode contar com eles sempre que precisar.
Distorções cognitivas ou pensamentos automáticos negativos (PANs) são falhas no processo de percepção e interpretação das informações e situações vivenciadas pelos sujeitos que influenciam os seus sentimentos e comportamentos diante dessas situações. Esses padrões de pensamento favorecem tanto o desenvolvimento de transtornos psicológicos como a sua manutenção.
Pensado para ser uma ferramenta para estimular o empirismo colaborativo e facilitar o processo terapêutico, este baralho auxilia no tratamento dos pensamentos automáticos negativos de forma interativa, colaborando para o empirismo colaborativo e a descoberta guiada.
O transtorno alimentar restritivo/evitativo (TARE) é mais comum na infância, mas muitos adolescentes e adultos não conseguem desenvolver uma relação saudável com os alimentos e o TARE pode se estender ao longo dos anos, de maneira crônica, sendo "normalizado" pelos indivíduos ao criarem estratégias de adaptação ou mesmo por falta de conhecimento. Esses pacientes compõem um grupo bastante heterogêneo, com características de curso do transtorno diferentes, o que muitas vezes dificulta ainda mais os indivíduos acometidos a se perceberem com o transtorno e deixa alguns psicólogos com dificuldades em estabelecer um plano de tratamento linear e adequado.
O Baralho de investigação dos estilos parentais nasceu da necessidade de instrumentalizar a avaliação da dinâmica familiar e das habilidades parentais. Ele é um instrumento que busca auxiliar as crianças a expressarem suas percepções sobre as principais práticas parentais observadas em seu ambiente familiar.
Além disso, trata-se de uma ferramenta que auxilia o aplicador a identificar quais práticas parentais são mais ou menos prevalentes e por quem são exercidas, facilitando, assim, a coleta de elementos que vão sugerir o estilo parental predominante.
Trabalhar a identificação das expressões faciais, conversar sobre elas e estimular a agilidade visual (rastreio visual), a atenção e a percepção (características pessoais). Destina-se à aplicação com crianças a partir de 3 anos de idade e também é indicado para uso com crianças com transtorno do espectro autista.
Este jogo foi desenvolvido a partir da prática clínica com crianças que vivenciavam conflitos no âmbito familiar e da prática jurídica em perícias psicológicas para varas de família. Nasceu da necessidade de instrumentalizar a avaliação da dinâmica familiar e das habilidades parentais.
Muitas pessoas acabam deixando para depois algo que poderia ser realizado antes de forma mais proativa. É muito comum "empurrar com a barriga" nossas ações, atrasando aquilo que deveríamos ter feito. A esse comportamento se dá o nome de procrastinação.
O Baralho de histórias é um material lúdico desenvolvido para auxiliar o profissional na conceitualização e na intervenção cognitiva de forma colaborativa. A experiência clínica indica que, muitas vezes, o paciente tende a se sentir confrontado e desconfortável na sessão quando o profissional faz perguntas diretas sobre seus problemas e sentimentos. Para diminuir esse desconforto, a brincadeira pode ser um recurso eficaz.
Ferramenta para ser utilizada a partir dos 5 anos, pode ser usada sem limite de idade, inclusive com idosos, visando acessar de maneira lúdica os pensamentos, emoções e comportamentos associados às dificuldades do paciente.
As 100 perguntas deste livro-caixinha foram idealizadas para utilização em ambiente escolar ou com grupos de treinamento e são voltadas para o desenvolvimento técnico, emocional e comportamental de toda a equipe pedagógica.
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é um modelo psicológico baseado em evidências que tem sido aplicado a uma diversidade de contextos e públicos, entre eles os casais, com seus diferentes formatos e orientações sexuais. A fim de auxiliar o trabalho dos terapeutas de casais, para que possam compreender a dinâmica relacional, bem como a vivência dos casais que pretendem melhorar a qualidade dos seus relacionamentos, foi criado o Baralho da Conceitualização Cognitiva para Casais, com base no diagrama de conceitualização cognitiva para casais, do mesmo autor.
O Jogo de Cartas TABOO é estimulante e educativo, projetado para promover discussões abertas e saudáveis sobre mitos e verdades relacionadas à sexualidade. Combinando diversão e aprendizado, este jogo oferece uma forma descontraída para explorar crenças distorcidas sobre a sexualidade e esclarecer equívocos sobre a sexualidade e a função sexual.
Não apenas, mas também para diversão, o TABOO promove uma melhor compreensão da sexualidade, desafiando mitos e ideias equivocadas sobre a sexualidade que interferem na função sexual, contribuindo para uma atitude mais saudável e positiva diante da vivência da sexualidade. Proporciona uma oportunidade para esmistificar conceitos errôneos, aprender e fortalecer crenças saudáveis sobre a sexualidade e a prática sexual humana.
Fundamentado nos princípios da psicologia cognitivo-comportamental, o Baralho dos comportamentos de liderança permite, a partir da análise de possíveis situações do cotidiano, não só uma reflexão como a compreensão dos fatores envolvidos na adoção dos comportamentos e desenvolvimento de uma postura mais adequada e produtiva de liderança. Consiste em uma técnica lúdica para se trabalhar, junto a líderes de equipes, a reflexão e o autoconhecimento sobre os comportamentos que o mesmo adota e suas consequências na equipe. Ele engloba seis habilidades para a atuação de um líder: comunicação interpessoal, empatia, assertividade, abordagem e condução, negociação e tolerância ao estresse.
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