A gentileza é uma habilidade que pode nos aproximar das pessoas, e ajudar na construção e manutenção das amizades. De maneira lúdica e divertida o livro conta a história de Euclides, um garoto que tinha muitas dificuldades em ser gentil. Ele vai aprender com uma amiga muito especial a cumprimentar as pessoas, pedir desculpas, agradecer, além de outros atos de cordialidade. Essa ferramenta auxilia no desenvolvimento de habilidades sociais e pode ser útil para pais, professores e profissionais da saúde na psicoeducação sobre esse tema junto às crianças.
Ouvir "não" é uma experiência fundamental para o desenvolvimento humano. Mas, é frequente o relato de pais e professores em relação à dificuldade de tratar essa situação com as crianças. Na clínica, também é muito comum o aparecimento de crianças e até adultos que relatam experimentarem uma raiva excessiva e responderem de forma agressiva, quando frustrados em seus desejos. Esse comportamento inassertivo, na maioria dos casos, está relacionado a uma falta de limite na educação, desde o início da infância.
Projetado para uso como parte de um programa orientado por um terapeuta, este manual tem um formato que permite fácil leitura e consulta e inclui formulários que podem ser reproduzidos. Você também poderá imprimir os formulários, acessando um link no site da Editora Hogrefe.
Brooke Ingersoll; Anna Dvortcsak - Tradução Cecília Camargo Bartalotti
Revisão técnica Vanessa Madaschi, Régis Nepomuceno Peixoto e Stephani de Pol – Instituto Inclusão Eficiente
No universo das emoções, é preciso que tenhamos um olhar revelador. Este livro desvenda o amor, como ele nasce e cresce, como é o seu corpo e o seu modo de comunicação. Na dose certa, favorece relações saudáveis; no exagero, surgem relações de extrema dependência, insegurança e apego excessivo e na sua ausência estão as maiores fontes de patologia. O amor, na sua forma mais pura e saudável, proporciona crescimento com segurança e confiança em si mesmo e nos outros.
Muitas vezes, alguns de nossos pensamentos e comportamentos afetam nossa rotina, impedindo que a gente faça o que realmente importa. Este livro busca mostrar a importância de, algumas vezes, testarmos os pensamentos e não realizarmos os comportamentos que estão atrapalhando nossa rotina. Apesar de não ser nada fácil fazer isso, podemos descobrir uma nova forma de viver nossos dias, muito mais leve, alegre e gratificante.
Quando uma criança chega na terapia, muitas vezes tem dificuldade de entender o que é um terapeuta e o que será feito naquele espaço. Por vezes acredita que aquele espaço é meramente recreativo ou pode até entendê-lo como algo assustador em função de que ali serão abertas suas intimidades e dificuldades.
Este livro tem como objetivo auxiliar crianças a partir de 6 anos a compreender o processo da alta terapêutica. Meu último dia na psicóloga retrata a história de um menino que foi à terapia sem entender muito bem o porquê, mas que no decorrer do processo teve ganhos e atingiu objetivos. Orienta os pais no manejo do atendimento clínico desde sua fase inicial até a final e é uma ferramenta útil e lúdica para os psicólogos, pois explica como fazer o processo de desligamento dos pacientes e oferece sugestões de atividades para trabalhar com as crianças.
Este livro é um recurso para pais, educadores e terapeutas abordarem o tema com crianças de 4 a 12 anos e guiá-las neste doloroso, mas necessário, caminho da elaboração das perdas que acontecem na vida.
Esta história ilustra a distorção cognitiva catastrofização. Quando fazemos essa distorção, pensamos que algo muito ruim acontecerá e que não teremos recursos para lidar com isso. Este livro traz o Exageradalien, que perturba o personagem Bruno que precisará ir a um acampamento, mas não quer ir por acreditar que passará vergonha devido à dependência que tem da mãe para realizar atividades cotidianas. Temas importantes, como aquisição de autonomia, autoeficácia, autoconfiança são apresentados neste volume, que faz parte da Coleção Cerebrus Pifadus.
Este livro objetiva psicoeducar crianças e adolescentes sobre a importância da autonomia e da prevenção do abuso, um tema difícil de ser abordado pelas famílias. De forma bem lúdica, mostra o desenvolvimento infantil e as descobertas do corpo. É um recurso auxiliar para familiares e para profissionais abordarem o tema que ainda é um tabu para muitos.
Déficits no manejo da raiva tendem a gerar prejuízos à adaptação e ao funcionamento social. Embora a raiva seja uma emoção natural, a experiência intensa e frequente, associada à expressão desadaptativa, tende a gerar muitos prejuízos à infância e a todo o desenvolvimento, caso seja persistente.
O livro "Intervenções e treinamento de pais na clínica infantil", organizado por Marina Gusmão Caminha e Renato Maiato Caminha, reúne a experiência de profissionais reconhecidos nacionalmente em função de suas pesquisas e intervenções clínicas na prática infantil.
Sentimos emoções da mesma forma que sentimos sede ou fome, portanto, não as controlamos. Entender o motivo das emoções é fundamental, e, quanto antes isso acontecer, mais fácil é a compreensão e o manejo delas. O nojo é uma emoção desagradável, serve para nos proteger de contaminações.
O desfralde é um dos momentos mais significativos e esperados do desenvolvimento infantil. Ele mostra que a criança conquistou certo nível de independência e maturidade, representando também a prova definitiva de que ela não é mais um bebê. Justamente por isso, alguns pais ficam ansiosos para que a criança seja logo promovida à calcinha ou à cueca. O que, mesmo sem querer, pode acelerar o processo e atropelar o tempo dos pequenos. Neste livro, acompanhamos a jornada para o desfralde e o papel de toda a família nesse processo, de maneira lúdica, tranquila e eficiente.
Chega uma hora na vida que o bebê cresce e alguns recursos que antes o ajudavam, podem passar a ser um tipo de vilão, causando problemas no desenvolvimento físico e psíquico da criança, como o bico, por exemplo. Nessas horas, a criança precisa, com o auxílio das figuras mais importantes da sua vida (pais/responsáveis), dar tchau para alguns amigos que as acompanharam por tanto tempo.
A história de Eduarda traz uma realidade que é bem comum nos dias atuais. Em geral, pessoas que possuem trocas na fala, distorções, ou algum tipo de dificuldade na linguagem oral são alvo de comentários negativos na escola, com os amigos e até mesmo em casa.
Este site usa cookies para garantir uma melhor experiência na nossa loja.