Esta obra explora as principais contribuições feitas por Aaron T. Beck para o desenvolvimento da terapia cognitivo-comportamental (TCC), apresentando um relato conciso do trabalho do autor no contexto de sua história pessoal e profissional.
Frank Wills considera a teoria e a prática da terapia cognitiva de Beck e examina, em primeiro lugar, sua contribuição para a compreensão das psicopatologias e, em seguida, explora as sugestões de Beck sobre os melhores métodos de tratamento. Ao longo da obra, pontua-se em que difere o pensamento de Beck das outras abordagens da TCC, bem como apresenta um resumo das semelhanças e das diferenças entre seu método e outras formas de tratamento, incluindo a psicanálise e a terapia humanista.
Com a chegada de um bebê, é normal o irmão mais velho sentir ciúme. No entanto, lidar com essa emoção pode ser difícil para alguns pais. Desenvolvida para auxiliar as famílias que estão se preparando para a chegada de um irmão mais novo, a história de Juninho aborda diversas questões presentes nesse momento e fornece algumas sugestões de atividades em família, para que o irmão mais velho desenvolva um vínculo de segurança e confiança com o recém-nascido.
Este livro aborda as altas habilidades/superdotação de forma abrangente e prática. Ele fornece informações detalhadas sobre como identificar, apoiar e maximizar o potencial de crianças e jovens superdotados. Os autores, renomados especialistas na área, trazem uma visão clara e baseada em evidências sobre as características, necessidades e desafios enfrentados por essa população.
O Baralho de histórias é um material lúdico desenvolvido para auxiliar o profissional na conceitualização e na intervenção cognitiva de forma colaborativa. A experiência clínica indica que, muitas vezes, o paciente tende a se sentir confrontado e desconfortável na sessão quando o profissional faz perguntas diretas sobre seus problemas e sentimentos. Para diminuir esse desconforto, a brincadeira pode ser um recurso eficaz.
Ferramenta para ser utilizada a partir dos 5 anos, pode ser usada sem limite de idade, inclusive com idosos, visando acessar de maneira lúdica os pensamentos, emoções e comportamentos associados às dificuldades do paciente.
Muitas pessoas acabam deixando para depois algo que poderia ser realizado antes de forma mais proativa. É muito comum "empurrar com a barriga" nossas ações, atrasando aquilo que deveríamos ter feito. A esse comportamento se dá o nome de procrastinação.
Ela era tão bonita, tão inteligente, tão bondosa, tão habilidosa... será que ela era perfeita? Mas então, como foi que de repente ela se viu completamente excluída? Descubra o que aconteceu e como ela conseguiu sair dessa enrascada, que mais parecia uma terrível feitiçaria!
Perfeita... SQN! é uma fábula real sobre crescer, se perceber, se gostar e se relacionar. Sobre pedir ajuda, aprender e ser mais feliz!
Distorções cognitivas ou pensamentos automáticos negativos (PANs) são falhas no processo de percepção e interpretação das informações e situações vivenciadas pelos sujeitos que influenciam os seus sentimentos e comportamentos diante dessas situações. Esses padrões de pensamento favorecem tanto o desenvolvimento de transtornos psicológicos como a sua manutenção.
Pensado para ser uma ferramenta para estimular o empirismo colaborativo e facilitar o processo terapêutico, este baralho auxilia no tratamento dos pensamentos automáticos negativos de forma interativa, colaborando para o empirismo colaborativo e a descoberta guiada.
O Jogo de Cartas TABOO é estimulante e educativo, projetado para promover discussões abertas e saudáveis sobre mitos e verdades relacionadas à sexualidade. Combinando diversão e aprendizado, este jogo oferece uma forma descontraída para explorar crenças distorcidas sobre a sexualidade e esclarecer equívocos sobre a sexualidade e a função sexual.
Não apenas, mas também para diversão, o TABOO promove uma melhor compreensão da sexualidade, desafiando mitos e ideias equivocadas sobre a sexualidade que interferem na função sexual, contribuindo para uma atitude mais saudável e positiva diante da vivência da sexualidade. Proporciona uma oportunidade para esmistificar conceitos errôneos, aprender e fortalecer crenças saudáveis sobre a sexualidade e a prática sexual humana.
Com o objetivo de auxiliar as famílias que estão vivenciando a fase de adaptação pós-divórcio, foi desenvolvido o Baralho do divórcio, da guarda e da alienação parental: psicoeducando famílias. Ele colabora na psicoeducação e na orientação das famílias a respeito do tema e propõe reflexões importantes sobre o assunto. O baralho é voltado para psicólogos que atendem crianças, adolescentes e famílias em processo de separação/divórcio. Pode ser utilizado em psicoterapia individual, de casal, infantil, terapia de família e orientação familiar. Além da prática clínica, também pode ser utilizado em contextos nos quais seja relevante a psicoeducação, reflexão, avaliação e orientação sobre a temática.
O Baralho de investigação dos estilos parentais nasceu da necessidade de instrumentalizar a avaliação da dinâmica familiar e das habilidades parentais. Ele é um instrumento que busca auxiliar as crianças a expressarem suas percepções sobre as principais práticas parentais observadas em seu ambiente familiar.
Além disso, trata-se de uma ferramenta que auxilia o aplicador a identificar quais práticas parentais são mais ou menos prevalentes e por quem são exercidas, facilitando, assim, a coleta de elementos que vão sugerir o estilo parental predominante.
O transtorno de oposição desafiante (TOD) tem grande importância e merece a atenção dos profissionais da saúde por gerar inúmeros impactos tanto na vida escolar como nas interações sociais. As principais comorbidades associadas ao TOD são transtornos de humor, transtornos de ansiedade, transtorno de descontrole de impulsos e transtorno por uso de substâncias, além das dificuldades na interação social e, às vezes, no desempenho escolar. Na terapia cognitivo-comportamental para o TOD, é necessário trabalhar o treinamento cognitivo em autoinstrução, automonitoramento dos sintomas e estratégias de resolução de problemas.
A Escala de Avaliação de Disfunções Executivas de Barkley (BDEFS) avalia os possíveis déficits das Funções Executivas (FE) nas atividades do cotidiano em adultos. Estes processos são responsáveis por orientar, direcionar e gerenciar funções cognitivas.
Não há respostas simples ou únicas para a morte. Durante grande parte da vida, frequentamos instituições educacionais e nos preparamos para lidar com questões sociais e para o trabalho, mas nada nos prepara para esse momento. Por isso, é essencial ampliar o escopo da educação para a morte, fundamentada na importância da discussão sobre o tema em uma sociedade na qual convivem a morte interdita, a morte reumanizada e a morte escancarada.
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