O câncer de próstata é um dos principais pontos de preocupação em termos de saúde masculina. Em conjunto com as doenças cardiovasculares, gura como o principal motivo que leva os homens a fazer exames de rotina.
Na era da informação, o conhecimento está ao alcance de todos. Contudo a grande dificuldade é a interpretação – a compreensão das peculiaridades de cada situação. Ao enfrentarmos o câncer da próstata ou aos termos alguém próximo enfrentando essa doença, a segurança de que estamos fazendo o melhor tratamento possível é tranquilizadora. Sem dúvida, as melhores chaves para esse sucesso são a assessoria de profissionais competentes e a compreensão da situação.
As Doutoras Manuela Lins, Monalisa Muniz e Lucila Cardoso organizam a obra, “Avaliação psicológica Infantil”.
Dividido em três partes, o tema é trabalhado ao longo de 22 capítulos de forma clara e fluída, permitindo a junção entre teoria e prática, evidenciando os traquejos necessários para realizar uma boa avaliação infantil.
Na obra, “Como lidar com o alcoolismo”, é possível conhecer mais sobre o tema e ampliar os conhecimentos frente a este assunto tão heterogêneo. As autoras trazem exemplos que ilustram e facilitam a compreensão de profissionais e leigos, perante as exigências colocadas sobre os indivíduos que sofrem com a dependência do álcool.
Este guia pretende esclarecer às pessoas deprimidas e a seus familiares sobre as queixas e os sintomas, a evolução, as causas e as possibilidades de tratamento da depressão. São apresentadas algumas sugestões de autoajuda para o acompanhamento, e sobretudo, para a prevenção desse transtorno.
Frequentemente confundida com tentativa de suicídio, a automutilação é um comportamento desenvolvido principalmente pelo adolescente como maneira de aliviar seu sofrimento psicológico. A prática geralmente está associada a outros problemas psiquiátricos e ainda é objeto de poucos estudos no Brasil.
O instrumento Matriz de Risco ao Estresse (MATRIX) tem por objetivo avaliar a percepção de risco ao estresse relacionados às dimensões da vida pessoal, profissional, suporte familiar e social, assim como da reatividade psicológica e das estratégias de enfrentamento aos estressores.
O stress ocorre quando há a quebra da homeostase e foi o que ocorreu nesse momento da pandemia e pós pandemia, gerando diversas dificuldades de adaptação para as crianças, adolescentes, pais e educadores de um modo geral, que precisaram se adaptar as novas demandas desse momento.
Um manual completo para terapeutas, profissionais e familiares que trabalham com pessoas com dificuldades cognitivas. A reabilitação envolve o ensino de habilidades básicas relacionadas às atividades cotidianas necessárias, para que os indivíduos tornem-se mais independentes com uma variedade de tarefas. O objetivo deste manual é oferecer uma reabilitação funcional através de tarefas específicas. As instruções são descritas de maneira detalhada e podem ser administradas por familiares e profissionais.
Barbara A. Messenger; Niki Ziarnek Adaptação brasileira: Cristiane Boff; Tatiana Quarti Irigaray; Camila Rosa de Oliveira
Projetado para uso como parte de um programa orientado por um terapeuta, este manual tem um formato que permite fácil leitura e consulta e inclui formulários que podem ser reproduzidos. Você também poderá imprimir os formulários, acessando um link no site da Editora Hogrefe.
Brooke Ingersoll; Anna Dvortcsak - Tradução Cecília Camargo Bartalotti
Revisão técnica Vanessa Madaschi, Régis Nepomuceno Peixoto e Stephani de Pol – Instituto Inclusão Eficiente
A obra apresenta casos clínicos de avaliações psicológicas e neuropsicológicas de pacientes em diferentes etapas do desenvolvimento: infância, adolescência, idade adulta e terceira idade. Inclui processos de avaliação com diagnósticos conclusivos, inconclusivos, além de casos que exigiram uma avaliação preliminar, seguidos de uma reavaliação pós-intervenção. O livro objetiva uma possibilidade de como fazer e pensar os casos, apresentando perspectivas de trabalho na avaliação psicológica clínica.
Inicialmente um projeto das grandes universidades da Alemanha e Suíça, o AMDP acabou se tornando a principal ferramenta de registro psiquiátrico na Europa continental. Ao unificar o linguajar psicopatológico, com base na fenomenologia descritiva, a psiquiatria obteve um instrumento claro, replicável e confiável de investigação do sofrimento psíquico. Utilizado desde 1965 e atualmente na 9a edição, o sistema AMDP acabou se tornando não só um glossário de termos psicopatológicos, mas a base de dados para avaliação dos pacientes psiquiátricos.
Um dos mais importantes testes para avaliação clínica de capacidade intelectual de adultos na faixa etária entre 16 e 89 anos. Esta 1ª edição brasileira foi adaptada pela Dra. Elizabeth do Nascimento e aprovada pela Psychological Corporation e pelo Conselho Federal de Psicologia. É um teste imprescindível para avaliações psicológicas e neuropsicológicas, sendo indicado, particularmente, para avaliação de adolescentes (com idades acima de 16 anos) e adultos, nos contextos clínico, educacional e de pesquisa.
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